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Aromatização: Aroma de bons negócios e sensação de bem estar.

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As técnicas de marketing sensorial vão se tornar mais complexas. Não é para menos. O estilo de vida contemporâneo é gerador de uma aceleração emocional que facilmente transfere o interesse do consumidor de um polo a outro. Como os elementos que desconectam o consumidor podem ser tão inúmeros quanto variáveis, a busca pela conexão através de aromatizantes pode acontecer tanto em ambientes como em produtos.

O marketing olfativo é uma poderosa ferramenta para a indústria e para o varejo, seja de produtos ou de serviços. Para esses setores, um estudo da Universidade Rockefeller, de Nova York, fortaleceu a relevância do olfato na experiência sensorial quando revelou que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, contra 5% do que vê, 2% do que ouve e 1% daquilo que toca.

A técnica não é absolutamente nova. Na década de 70, os americanos começaram a fazer do aroma um aliado, usando-o para manter os apostadores mais tempo diante das mesas de jogos nos cassinos de Las Vegas. No Brasil, a aplicação desse conceito só foi iniciada em meados dos anos 90, para ser mais amplamente difundida a partir do ano 2000.
Já faz algum tempo que, no mundo inteiro, a indústria automobilística aposta forte no marketing olfativo. Mas em outros setores, como o hoteleiro e o imobiliário – especialmente no Brasil – esse mercado é considerado pouco explorado.

O varejo, que já vem experimentando a utilização da técnica de forma mais expressiva, também é conclamado a aderi-la de forma mais contundente. No mais recente encontro do setor, a NRF 2014 em Nova York – que teve participação recorde de varejistas brasileiros – os especialistas alertaram que as lojas não devem ser desenhadas para as pessoas comprarem mais, mas sim para se sentirem bem.

É justamente no quesito de bem-estar que o marketing olfativo contribui. Estudos em vários países vêm apontando, frequentemente, a existência de indícios positivos da influência do estímulo olfativo no comportamento de consumidores. Entre elas estão um estudo realizado na Alemanha e outro nos Estados Unidos.

A pesquisa comportamental realizada na Alemanha sinalizou que o uso de fragrâncias personalizadas aumenta em 15,9% o tempo de permanência do cliente no ponto de venda, em 14,8% a probabilidade de compra e em 6% as vendas reais.
De acordo com Muriel Kampf, pioneiro em aromatização de ambiente e qualidade do ar, um ambiente aromatizado impulsiona mais de 30% das vendas, fizemos um teste para comprovar a eficácia do marketing olfativo. No natal, ao colocarmos um aroma de panetone em um determinado supermercado, trabalhamos com o subconsciente do cliente, mesmo que ele não tenha pensado em comprar o panetone, pelo aroma do produto conseguimos estimular a compra e ainda fizemos o cliente recordar alguma lembrança boa dessa época.

 

 

Novembro Azul!

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O chamado Novembro Azul é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades neste mês, dirigida a sociedade e aos homens sobre a importância da PREVENÇÃO e do DIAGNÓSTICO precoce do CÂNCER DE PRÓSTATA e outras doenças masculinas.

Em vários países, o Novembro Azul é mais do que uma simples campanha de conscientização. Há reuniões entre os homens com o cultivo de bigodes, símbolo da campanha, onde são debatidos, além do câncer de próstata, outras doenças como o câncer de testículos, depressão masculina, cultivo da saúde do homem, entre outros.

O movimento surgiu na Austrália, em 2003, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado a 17 de novembro.

Aproveite este mês para levar para realizar o exame de prevenção, afinal cuidar da saúde é ter amor pela família!

 

Como assim marketing olfativo?

A principal função do Marketing Olfativo é a de atrair, manter e tornar a experiência de clientes mais confortável e atraente no ato de consumir produto ou serviços. O ser humano responde aos cheiros de forma emocional e intelectual.

Os aromas têm efeito profundo e estimulam as células nervosas, atingindo o córtex cerebral, região responsável pelas nossas emoções. Assim, o cérebro libera estímulos naturais que influenciam e modificam o comportamento das pessoas.

Alguns números importantes: 16% dos clientes permanecem mais tempo consumindo quando expostos ao aroma. A empresa aumenta, em média 6% de suas vendas e as negociações são facilitadas, uma vez que os aromas induzem as mudanças de humor.

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O ser humano é capaz de se recordar de 35% dos aromas que sente. Para se ter uma idéia do quão importante é esta ferramenta basta comparar com outros sentidos: somos capazes de recordar até 5% do que vemos ou ainda 1% do que tocamos. Todas estas informações fizeram parte de uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Rockfeller, em Nova York.

No Brasil este ainda é um conceito em fase de crescimento, mas, nos casos onde já fora implantado com planejamento clientes e colaboradores percebem resultados bastante satisfatórios. Como qualquer nova estratégia deve ser feita levando-se em consideração diversos aspectos e utilizando-se de produtos de qualidade. Por isso é importante contatar empresa especializada no segmento desde o desenvolvimento da fragrância até a utilização do produto no ambiente.

Ao analisarmos vamos perceber que todos os nossos sentidos já foram amplamente seduzidos por diversas ferramentas de marketing. Alguns exemplos: a passadinha de mão que damos em um lenços ou um tapete que fica exposto na loja utiliza o nosso tato; o cafezinho ou a pequena porção de queijo que é distribuída gratuitamente no supermercado utiliza o nosso paladar. E mais, um outdoor – atrativo ou não – foca sempre na nossa visão.

Ao mesmo tempo, quando pensamos nestas formas de atratividade citadas acima percebemos que algumas delas já estão bastante saturadas. Assim, fica mais fácil entender porque a estratégia de Marketing Olfativo é inovadora e eficiente.

E se depois de todas estas informações ainda não for possível entender a eficiência do Marketing Olfativo é só lembrar quantas vezes você se sentiu atraído pelo cheiro do pão fresquinho na porta da padaria ou como um cheiro de protetor solar já te fez lembrar uma viagem fabulosa. Pois é assim que se explica a estratégia de Marketing Olfativo.

Neutralizador de Odores como funciona.

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Um grande fator gerador de incômodo às populações são as fontes de odor. São diversos os setores da indústria cuja atividade acarreta na emissão de odores no local e à vizinhança.
A maneira mais correta de eliminar os maus odores dos ambientes é atacar a causa, ou seja, eliminar a fonte ou corrigir o defeito que gera o mau odor. Em certas situações, porém, isso não é possível. Nos banheiros com problemas no encanamento, nas cozinhas onde se faz muita fritura, nos ambientes com cheiro de mofo, devido ao excesso de umidade e em diversas outras situações, Neutralizador de Odores pode ser a solução.

Entre todos os tipos de poluição ambiental, os maus odores estão entre os mais difíceis de regular, isto porque um cheiro desagradável é considerado como algo subjetivo e, portanto, legalmente indefinível. A utilização de neutralizadores de odor é uma forma de se controlar a emissão de gases odorantes.
Neutralizador de odores é uma ou um conjunto de substâncias que em uma solução do produto com água (pulverizada no ar odorizado) propõe-se, segundo seus fabricantes, a absorver as moléculas odorantes presentes nesta atmosfera, minimizando assim, o incômodo olfativo proporcionado por estas substâncias, ou substituindo os maus odores por outros agradáveis.

Os Neutralizadores de odor que se propõem a “retirar” os maus odores os eliminam sem mascará-los com perfumes fortes. Os ativos do produto “sequestram” e reagem quimicamente com as moléculas dos maus odores, modificando sua estrutura. O mau cheiro deve ser eliminado instantaneamente.

Alguns agem através de enzimas que digerem as substâncias causadoras do mau cheiro, eliminando-os.
Outros agem por reações químicas de outros tipos que mudam a composição química das moléculas tornando-as inodoras ou com odor imperceptível.

Atualmente temos, além dos neutralizadores ambientais, já bem conhecidos do público em geral, neutralizadores corporais, que agem de uma forma um pouco diferente dos desodorantes tradicionais, prometendo retirar do corpo e ou dos cabelos os odores indesejados. Alguns só neutralizam e outros aromatizam.

Consulte a ASAA ela tem a melhor opção para seu negócio.

www.asaa.com.br

Dicas para manter sua clínica limpa

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Quem tem clínica sabe como é difícil mantê-la limpa. Mas mesmo que seja trabalhoso fazer essa limpeza, ela é essencial para que seus pacientes te vejam com bons olhos.

Portanto, vamos ver aqui algumas dicas práticas bem simples para manter sua clínica limpa, organizada e com boa aparência.

O balcão de atendimento onde fica a secretária é o primeiro ponto de contato com um paciente quando este chega a sua clínica. Portanto, mantê-lo limpo e organizado é muito importante para não causar uma má impressão logo de início. Lembre-se: A primeira impressão é a que fica.

Desorganização é associada à falta de higiene e falta de planejamento, dois aspectos que não deveriam nem de longe estar presentes em uma clínica, que deveria primar sempre pela limpeza e pela funcionalidade. Quando a desorganização passa dos limites, o cliente inconscientemente passa a desconfiar também da competência do profissional, de quem ele esperava outro tipo de comportamento (todos nós tiramos conclusões sobre a personalidade das pessoas analisando o ambiente que habitam ou trabalham).

Outra dica para manter sua empresa limpa, é contratando alguma empresa especializada para fazer o serviço de limpeza para você. Assim você economiza seu tempo e pode focar seus funcionários em outras áreas.

Antes de pensar em uma grande reforma, organize, limpe, humanize.

A sua marca tem cheiro de quê?

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Imagine entrar numa loja para comprar um biquíni ou uma sunga e sentir um cheiro que lhe lembre a praia! Ou então comprar um carro seminovo e sentir o cheiro de carro novo dentro dele! Parece surreal? Mas não é!
São apenas dois pequenos exemplos de estratégias de Marketing Olfativo, uma ferramenta de encantamento de clientes que está cada vez mais em alta.
“Há quinze anos, quando iniciamos no mercado, poucas empresas sabiam do que se tratava, e eram bastante titubeantes ao pensar em jogar ‘perfume’ no ar. Hoje, é uma tendência quase que obrigatória para quem quer se destacar no mercado.”, afirma Muriel Kampf, diretor comercial da ASAA Aromas da Natureza, empresa especializada em aromatização de ambientes e desenvolvimento de estratégias de Marketing Olfativo.
A técnica de usar o cheiro para encantar cliente torna-se ainda mais certeira quando tomamos ciência de estudos feitos no passado que dizem que o olfato é nosso sentido mais aguçado. O ser humano é capaz de lembrar-se de 35% dos aromas que sente, ante 5% do que vê e 1% do que toca.
A criação do aroma passa por uma série de premissas antes de ser decidido. O aroma escolhido deve estar aliado à iluminação, ao produto, ao slogan, ao nome, ao público alvo e – principalmente – às estratégias de marketing da empresa.
Muito utilizado na Europa, nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos, o marketing olfativo é uma técnica muito eficiente devido à relação direta existente entre o olfato e a área do nosso cérebro relacionada às emoções, portanto a probabilidade de um cliente retornar à um estabelecimento que tenha um cheiro agradável ou lhe faça lembrar algo bom é bem maior do que uma outra que não conte com esse recurso.
As possibilidades de ganho com a inserção de um aroma no estabelecimento são diversas: aumentam as vendas dos produtos, criam sensações, memorizam a marca, fazem com que o cliente fique mais tempo dentro da loja e, consequentemente, compre mais, etc.
É importante, contudo, que a busca pela empresa para fazer a aromatização seja criteriosa. É preciso muito cuidado para que o aroma não seja enjoativo, forte ou fraco demais, ou ainda que não caiba dentro do ambiente do estabelecimento.

10 MANEIRAS DE ENCANTAR O CLIENTE

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A atitude de quem presta um serviço – e não só a técnica – é o que mais “gruda” na memória do cliente. Para criar uma lembrança positiva, é preciso ser mais do que satisfatório. É necessário ser mágico. Dez atitudes para encantar o freguês, garantir a satisfação e, mais do que isso, ganhar um cliente fiel.

1. Saiba qual é o valor do consumidor. Faça com o que o freguês entenda que ele é importante. Para isso, dê aos funcionários a autonomia para “mimar” quem está na loja. Se um cliente pede para fazer a cópia de uma chave, mas percebe que esqueceu a carteira depois que o produto já foi concluído, dê a chave a ele. O freguês vale muito mais do que esse pequeno valor. As melhores empresas deixam claro que os empregados não precisam de aprovação para fazer algo pelos usuários.

  1. Analise os momentos ruins e os bons. As empresas já têm o hábito de estudar por que algo deu errado e como evitar esse erro em situações futuras. Veja também o que deu certo e como é possível multiplicar os cenários em que o cliente tem a iniciativa de elogiar o atendimento.
  1. Ofereça algo a mais para incrementar as vendas. O McDonald’s faz isso sempre: “Fritas para acompanhar?” A ideia é sempre dar ao cliente a possibilidade de comprar algo que ele nem lembrava de que precisava. Em uma loja de material de construção, por exemplo, o freguês que compra tinta não pode ir embora sem que o vendedor ofereça pincéis a ele. Porque, se isso não for feito, o cliente chegará em casa, perceberá que não comprou o pincel, e a memória que ele tem da loja ficará prejudicada.

 

  1. Faça mentoring. Ajude os vendedores e estimule-os a ajudar outras pessoas. Algumas redes de fast-food fazem isso – os candidatos a uma vaga nos restaurantes passam pela linha de montagem antes mesmo que sejam aprovados. Assim, podem aprender com funcionários experientes.
  1. Conheça o que atrai os seus clientes. Por que as pessoas vão à sua loja, e não à do concorrente? Ofereça serviços ou produtos únicos, que o diferenciem do resto.
  1. Recupere-se bem. Se o cliente tiver uma experiência ruim – ele vai ao restaurante e a carne não está no ponto que ele havia pedido, por exemplo –, não só resolva o problema. Faça isso rapidamente e reestabeleça a confiança. O freguês saberá que sempre pode contar com você, mesmo que algo dê errado.
  1. Reúna ideias. As sugestões de inovação vêm não só dos clientes, mas também dos empregados e dos parceiros. Crie oportunidades para que essas pessoas elaborem maneiras de transformar o estabelecimento em um lugar melhor para trabalhar ou de atender o usuário ainda melhor.
  1. Faça a gestão da fila. As pessoas detestam esperar. Se eles agendaram um serviço, querem ser “donas” daquele tempo. Portanto, se você vai se atrasar, avise. Se há uma fila no restaurante, mande um funcionário já anotar os pedidos, para que as pessoas o recebam mais rapidamente quando se sentarem. Defina qual é a expectativa de espera e supere-a.
  1. Surpreenda. Dê ao cliente algo que ele não estava esperando. Se tem uma escola de natação, dê ao aluno uma touca com o seu nome impresso. A Zappos faz isso – dá a alguns clientes um upgrade para entrega no próximo dia, mesmo que não tenham pago por isso.
  1. Conecte-se às mídias sociais. Se o cliente faz uma reclamação online, você deve ser rápido no monitoramento e na resposta. O mesmo vale para um elogio. Use as mídias sociais também para produzir conteúdo sobre a sua área de atuação. Vire uma fonte de informação

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

ARTE DE RESGATAR O INTERESSE DO CLIENTE

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Quem disse que o marketing é apenas uma ferramenta de divulgação e atração de novos consumidores?

O marketing digital, destinado a lojas virtuais, vai muito além dessa funcionalidade. No e-commerce, as campanhas de marketing têm o poder de resgatar o interesse de um cliente que saiu do empreendimento sem comprar nada, deixando o carrinho abandonado.

É exatamente isso, o que revela um estudo da Listrak com as 1.000 maiores lojas virtuais do ranking do Internet Retailer: em 2012, o total de empreendimentos que buscam o retorno do consumidor através de e-mails marketing “pós-abandono” foi ampliado em 30%.

Os benefícios de buscar o cliente. Entre os benefícios de insistir no consumidor, está o fato de o cliente não se esquecer de sua empresa e, se ele simplesmente estiver em dúvida quanto comprar ou não comprar, o e-mail pode dar uma ‘forcinha’ para que ele volte e finalize a negociação.
O momento certo de enviar o e-mail. Segundo outro estudo, desenvolvido pela SeeWhy em 2011, quando o e-mail “pós-abandono” é enviado em um intervalo curto, logo após a desistência, a receita gerada pelo retorno é de 150% maior do que e-mails enviados 24 horas depois e, garantem uma recuperação de 30% dos carrinhos.
O que deve constar no e-mail? No e-mail de recuperação deve constar, como regra, os produtos deixados para trás. A prática de ofertar promoções e descontos nesses e-mails está caindo, justamente porque tal contato se identifica mais como um lembrete para que o cliente retorne à loja virtual.
Os resultados de resgatar o interesse do consumidor. Além de conquistar a conversão, a volta do cliente por e-mail gera, também, maiores faturamentos. A pesquisa da SeeWhy (2011), destacou que após receberem e-mails convidativos, os clientes que abandonaram seus carrinhos, voltaram e gastaram, em média, 55% a mais do que os consumidores que compram de primeira.
O abandono de carrinhos acontece de forma comum no e-commerce, contudo, insistir no retorno do consumidor pode não apenas garantir uma negociação satisfatória como, também, destacar o valor do seu empreendimento, despertando no cliente o interesse de manter-se fiel.

 

FONTE: Administradores

COMO ANIMAR A EQUIPE DA SUA EMPRESA?

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Mau humor, falta de vontade e desânimo. Quando o clima de uma pequena empresa é ruim esses sintomas aparecem e afetam não só os funcionários, mas também os consumidores. Em ambientes com poucos funcionários, cuidar bem do relacionamento é uma questão de sobrevivência para o negócio. São atitudes simples do cotidiano, como uma conversa atenta, que têm o poder de mudar este panorama. As pequenas e médias empresas têm oportunidades melhores ainda de rever e otimizar processos, mas vai exigir do empresário não só conhecimento do negócio. Tem que começar a trabalhar bem com gente. Para ajudar nesta tarefa, veja as dicas e melhore de vez o clima de trabalho na sua empresa.

1.Pronto para o feedback

Escutar. Este é o primeiro passo para desenvolver um bom relacionamento entre os funcionários. “A escuta ativa é realmente uma ferramenta importante. O feedback é um processo que exige autoconhecimento do gestor e o interesse dele com a equipe”, explica. Estabeleça um vínculo com seus colaboradores e aprenda a ouvir para saber o que na empresa pode ser melhorado.

Segundo Adriana, muitos empreendedores e executivos se dizem dispostos a ouvir, mas, quando a pessoa vai até eles, não dão a atenção que deveriam. “Os executivos ficam inconformados porque se acham abertos, mas ficam digitando enquanto a pessoa está ali falando. Tem de mostrar atenção. Não adianta aparentar interesse se não tiver de fato”, conta.

  1. Ser pequeno ajuda

O objetivo de uma empresa é dar lucro. Por isso, a cobrança por resultados pode acabar ofuscando o desenvolvimento pessoal e comportamental. “É difícil construir relacionamentos, porque as pessoas são muito cobradas com resultados e acham que o tempo conversando é perdido. Mas, as pequenas empresas têm oportunidades melhores de rever e otimizar os processos”, explica. Aproveitar, portanto, que a empresa é menor é importante para melhorar o clima. “O pequeno empresário tem que começar a trabalhar bem com gente, porque tem linha de comunicação muito mais direta”, diz.

  1. Comunique-se

Não basta aproveitar a proximidade com a equipe, é preciso estabelecer uma comunicação clara e objetiva. Para Adriana, a comunicação é essencial para construir um bom relacionamento. “Alguns empresários sofrem do mal da arrogância e por serem donos acham que não precisam aprender nada. Eles colocam os colaboradores em processos e se excluem. Quando o negócio começa a falhar, percebe que precisa se desenvolver como gestor de pessoas e não só de processos”, explica a professora. Seja com um mural ou com uma newsletter, é interessante manter um canal com os funcionários para alinhar objetivos e expectativas.

4. Negocie para resolver conflitos

Quando o clima já está em uma situação crítica, os conflitos começam a surgir. Neste momento, os empreendedores devem usar a negociação para resolver sem afetar negativamente a equipe. “Ninguém está livre de errar. A questão é o que você faz a partir do seu equívoco. Tenha humildade para reconhecer o seu erro e não empurre-o para todos”, explica.

(Fonte: Exame.com)

5 DICAS ESSENCIAIS PARA TORNAR SUA EMPRESA SUSTENTÁVEL

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Reduzir o consumo, inovar e compartilhar ideias. Um empreendedor pode tornar a sua pequena empresa sustentável com a adoção de algumas práticas. Para Dorli Terezinha Martins, consultora do Sebrae-SP, um desperdício que a maioria das empresas tem em comum é o de energia. “Pintar as paredes de branco melhora a iluminação e abrir algumas janelas pode diminuir o consumo de ar – condicionado”, explica.

A ecoeficiência é um modelo de gestão que tem como foco a redução de recursos naturais e materiais. A grande vantagem para o pequeno empresário é redução do impacto e uma economia no bolso. A economia vai além do dinheiro, a redução de consumo é uma iniciativa sustentável. Abaixo algumas dicas que fazem a diferença

1.Faça uma revisão

A manutenção de máquinas precisa ser feita regularmente e a parte elétrica da empresa não deve ser negligenciada. “Algumas ligações são completamente inadequadas e, além de ser um desperdício de energia, corre-se o risco de provocar um acidente”, afirma Dorli.

Há casos em que o empresário vai precisar investir a médio e longo prazo. Trocar lâmpadas tradicionais por LED, substituir o refrigerador antigo ou trocar o ar – condicionado por um que modula de acordo com o consumo de energia.

2.Identifique alternativas

Energia limpa, separar o lixo e reutilizar embalagens são algumas questões que entram no tema da sustentabilidade. É preciso uma pesquisa básica antes que o empresário comece a adotar medidas em seu negócio. O que tem que ser trabalhado é o entendimento sobre o custo, pois não adianta começar a investir em produtos mais baratos, mas que não se sabe se é ecologicamente correto. O empresário pode obter receitas de produtos caseiros, por exemplo, e assim reduzir o consumo de produtos industrializados.

3.Busque parcerias locais

Separar produtos para reciclagem é um esforço que a maioria dos pequenos empresários faz. Entretanto, é exatamente essa prática que o desmotiva, pois a coleta acaba misturando tudo que ele separou. Existem ecopontos na capital paulista, por exemplo, e que é possível se aliar a pequenas cooperativas.

Entregar os produtos recicláveis para um coletor da região já é um direcionamento melhor dos resíduos que a empresa produz. Às vezes, o pequeno empresário acha que poucas iniciativas não fazem sentido, mas não é verdade.

4.Envolva todos

A tendência do consumidor é reconhecer as atitudes de um empresário que está contribuindo com a sustentabilidade do planeta. Se bem divulgado, o cliente valoriza. Um elemento importante na sustentabilidade é a oportunidade de relacionamento, educação e engajamento.

5.Controle os gastos

Copos plásticos, papéis e produtos de limpeza são alguns produtos que fazem parte da rotina da maioria das pequenas empresas. O controle é o melhor aliado para a economia. Uma planilha com registros sendo atualizados mensalmente já auxilia o empresário.

 

Fonte:EXAME