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Aromatização: Aroma de bons negócios e sensação de bem estar.

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As técnicas de marketing sensorial vão se tornar mais complexas. Não é para menos. O estilo de vida contemporâneo é gerador de uma aceleração emocional que facilmente transfere o interesse do consumidor de um polo a outro. Como os elementos que desconectam o consumidor podem ser tão inúmeros quanto variáveis, a busca pela conexão através de aromatizantes pode acontecer tanto em ambientes como em produtos.

O marketing olfativo é uma poderosa ferramenta para a indústria e para o varejo, seja de produtos ou de serviços. Para esses setores, um estudo da Universidade Rockefeller, de Nova York, fortaleceu a relevância do olfato na experiência sensorial quando revelou que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, contra 5% do que vê, 2% do que ouve e 1% daquilo que toca.

A técnica não é absolutamente nova. Na década de 70, os americanos começaram a fazer do aroma um aliado, usando-o para manter os apostadores mais tempo diante das mesas de jogos nos cassinos de Las Vegas. No Brasil, a aplicação desse conceito só foi iniciada em meados dos anos 90, para ser mais amplamente difundida a partir do ano 2000.
Já faz algum tempo que, no mundo inteiro, a indústria automobilística aposta forte no marketing olfativo. Mas em outros setores, como o hoteleiro e o imobiliário – especialmente no Brasil – esse mercado é considerado pouco explorado.

O varejo, que já vem experimentando a utilização da técnica de forma mais expressiva, também é conclamado a aderi-la de forma mais contundente. No mais recente encontro do setor, a NRF 2014 em Nova York – que teve participação recorde de varejistas brasileiros – os especialistas alertaram que as lojas não devem ser desenhadas para as pessoas comprarem mais, mas sim para se sentirem bem.

É justamente no quesito de bem-estar que o marketing olfativo contribui. Estudos em vários países vêm apontando, frequentemente, a existência de indícios positivos da influência do estímulo olfativo no comportamento de consumidores. Entre elas estão um estudo realizado na Alemanha e outro nos Estados Unidos.

A pesquisa comportamental realizada na Alemanha sinalizou que o uso de fragrâncias personalizadas aumenta em 15,9% o tempo de permanência do cliente no ponto de venda, em 14,8% a probabilidade de compra e em 6% as vendas reais.
De acordo com Muriel Kampf, pioneiro em aromatização de ambiente e qualidade do ar, um ambiente aromatizado impulsiona mais de 30% das vendas, fizemos um teste para comprovar a eficácia do marketing olfativo. No natal, ao colocarmos um aroma de panetone em um determinado supermercado, trabalhamos com o subconsciente do cliente, mesmo que ele não tenha pensado em comprar o panetone, pelo aroma do produto conseguimos estimular a compra e ainda fizemos o cliente recordar alguma lembrança boa dessa época.

 

 

Como assim marketing olfativo?

A principal função do Marketing Olfativo é a de atrair, manter e tornar a experiência de clientes mais confortável e atraente no ato de consumir produto ou serviços. O ser humano responde aos cheiros de forma emocional e intelectual.

Os aromas têm efeito profundo e estimulam as células nervosas, atingindo o córtex cerebral, região responsável pelas nossas emoções. Assim, o cérebro libera estímulos naturais que influenciam e modificam o comportamento das pessoas.

Alguns números importantes: 16% dos clientes permanecem mais tempo consumindo quando expostos ao aroma. A empresa aumenta, em média 6% de suas vendas e as negociações são facilitadas, uma vez que os aromas induzem as mudanças de humor.

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O ser humano é capaz de se recordar de 35% dos aromas que sente. Para se ter uma idéia do quão importante é esta ferramenta basta comparar com outros sentidos: somos capazes de recordar até 5% do que vemos ou ainda 1% do que tocamos. Todas estas informações fizeram parte de uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Rockfeller, em Nova York.

No Brasil este ainda é um conceito em fase de crescimento, mas, nos casos onde já fora implantado com planejamento clientes e colaboradores percebem resultados bastante satisfatórios. Como qualquer nova estratégia deve ser feita levando-se em consideração diversos aspectos e utilizando-se de produtos de qualidade. Por isso é importante contatar empresa especializada no segmento desde o desenvolvimento da fragrância até a utilização do produto no ambiente.

Ao analisarmos vamos perceber que todos os nossos sentidos já foram amplamente seduzidos por diversas ferramentas de marketing. Alguns exemplos: a passadinha de mão que damos em um lenços ou um tapete que fica exposto na loja utiliza o nosso tato; o cafezinho ou a pequena porção de queijo que é distribuída gratuitamente no supermercado utiliza o nosso paladar. E mais, um outdoor – atrativo ou não – foca sempre na nossa visão.

Ao mesmo tempo, quando pensamos nestas formas de atratividade citadas acima percebemos que algumas delas já estão bastante saturadas. Assim, fica mais fácil entender porque a estratégia de Marketing Olfativo é inovadora e eficiente.

E se depois de todas estas informações ainda não for possível entender a eficiência do Marketing Olfativo é só lembrar quantas vezes você se sentiu atraído pelo cheiro do pão fresquinho na porta da padaria ou como um cheiro de protetor solar já te fez lembrar uma viagem fabulosa. Pois é assim que se explica a estratégia de Marketing Olfativo.

A sua marca tem cheiro de quê?

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Imagine entrar numa loja para comprar um biquíni ou uma sunga e sentir um cheiro que lhe lembre a praia! Ou então comprar um carro seminovo e sentir o cheiro de carro novo dentro dele! Parece surreal? Mas não é!
São apenas dois pequenos exemplos de estratégias de Marketing Olfativo, uma ferramenta de encantamento de clientes que está cada vez mais em alta.
“Há quinze anos, quando iniciamos no mercado, poucas empresas sabiam do que se tratava, e eram bastante titubeantes ao pensar em jogar ‘perfume’ no ar. Hoje, é uma tendência quase que obrigatória para quem quer se destacar no mercado.”, afirma Muriel Kampf, diretor comercial da ASAA Aromas da Natureza, empresa especializada em aromatização de ambientes e desenvolvimento de estratégias de Marketing Olfativo.
A técnica de usar o cheiro para encantar cliente torna-se ainda mais certeira quando tomamos ciência de estudos feitos no passado que dizem que o olfato é nosso sentido mais aguçado. O ser humano é capaz de lembrar-se de 35% dos aromas que sente, ante 5% do que vê e 1% do que toca.
A criação do aroma passa por uma série de premissas antes de ser decidido. O aroma escolhido deve estar aliado à iluminação, ao produto, ao slogan, ao nome, ao público alvo e – principalmente – às estratégias de marketing da empresa.
Muito utilizado na Europa, nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos, o marketing olfativo é uma técnica muito eficiente devido à relação direta existente entre o olfato e a área do nosso cérebro relacionada às emoções, portanto a probabilidade de um cliente retornar à um estabelecimento que tenha um cheiro agradável ou lhe faça lembrar algo bom é bem maior do que uma outra que não conte com esse recurso.
As possibilidades de ganho com a inserção de um aroma no estabelecimento são diversas: aumentam as vendas dos produtos, criam sensações, memorizam a marca, fazem com que o cliente fique mais tempo dentro da loja e, consequentemente, compre mais, etc.
É importante, contudo, que a busca pela empresa para fazer a aromatização seja criteriosa. É preciso muito cuidado para que o aroma não seja enjoativo, forte ou fraco demais, ou ainda que não caiba dentro do ambiente do estabelecimento.

ARTE DE RESGATAR O INTERESSE DO CLIENTE

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Quem disse que o marketing é apenas uma ferramenta de divulgação e atração de novos consumidores?

O marketing digital, destinado a lojas virtuais, vai muito além dessa funcionalidade. No e-commerce, as campanhas de marketing têm o poder de resgatar o interesse de um cliente que saiu do empreendimento sem comprar nada, deixando o carrinho abandonado.

É exatamente isso, o que revela um estudo da Listrak com as 1.000 maiores lojas virtuais do ranking do Internet Retailer: em 2012, o total de empreendimentos que buscam o retorno do consumidor através de e-mails marketing “pós-abandono” foi ampliado em 30%.

Os benefícios de buscar o cliente. Entre os benefícios de insistir no consumidor, está o fato de o cliente não se esquecer de sua empresa e, se ele simplesmente estiver em dúvida quanto comprar ou não comprar, o e-mail pode dar uma ‘forcinha’ para que ele volte e finalize a negociação.
O momento certo de enviar o e-mail. Segundo outro estudo, desenvolvido pela SeeWhy em 2011, quando o e-mail “pós-abandono” é enviado em um intervalo curto, logo após a desistência, a receita gerada pelo retorno é de 150% maior do que e-mails enviados 24 horas depois e, garantem uma recuperação de 30% dos carrinhos.
O que deve constar no e-mail? No e-mail de recuperação deve constar, como regra, os produtos deixados para trás. A prática de ofertar promoções e descontos nesses e-mails está caindo, justamente porque tal contato se identifica mais como um lembrete para que o cliente retorne à loja virtual.
Os resultados de resgatar o interesse do consumidor. Além de conquistar a conversão, a volta do cliente por e-mail gera, também, maiores faturamentos. A pesquisa da SeeWhy (2011), destacou que após receberem e-mails convidativos, os clientes que abandonaram seus carrinhos, voltaram e gastaram, em média, 55% a mais do que os consumidores que compram de primeira.
O abandono de carrinhos acontece de forma comum no e-commerce, contudo, insistir no retorno do consumidor pode não apenas garantir uma negociação satisfatória como, também, destacar o valor do seu empreendimento, despertando no cliente o interesse de manter-se fiel.

 

FONTE: Administradores

COMO ANIMAR A EQUIPE DA SUA EMPRESA?

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Mau humor, falta de vontade e desânimo. Quando o clima de uma pequena empresa é ruim esses sintomas aparecem e afetam não só os funcionários, mas também os consumidores. Em ambientes com poucos funcionários, cuidar bem do relacionamento é uma questão de sobrevivência para o negócio. São atitudes simples do cotidiano, como uma conversa atenta, que têm o poder de mudar este panorama. As pequenas e médias empresas têm oportunidades melhores ainda de rever e otimizar processos, mas vai exigir do empresário não só conhecimento do negócio. Tem que começar a trabalhar bem com gente. Para ajudar nesta tarefa, veja as dicas e melhore de vez o clima de trabalho na sua empresa.

1.Pronto para o feedback

Escutar. Este é o primeiro passo para desenvolver um bom relacionamento entre os funcionários. “A escuta ativa é realmente uma ferramenta importante. O feedback é um processo que exige autoconhecimento do gestor e o interesse dele com a equipe”, explica. Estabeleça um vínculo com seus colaboradores e aprenda a ouvir para saber o que na empresa pode ser melhorado.

Segundo Adriana, muitos empreendedores e executivos se dizem dispostos a ouvir, mas, quando a pessoa vai até eles, não dão a atenção que deveriam. “Os executivos ficam inconformados porque se acham abertos, mas ficam digitando enquanto a pessoa está ali falando. Tem de mostrar atenção. Não adianta aparentar interesse se não tiver de fato”, conta.

  1. Ser pequeno ajuda

O objetivo de uma empresa é dar lucro. Por isso, a cobrança por resultados pode acabar ofuscando o desenvolvimento pessoal e comportamental. “É difícil construir relacionamentos, porque as pessoas são muito cobradas com resultados e acham que o tempo conversando é perdido. Mas, as pequenas empresas têm oportunidades melhores de rever e otimizar os processos”, explica. Aproveitar, portanto, que a empresa é menor é importante para melhorar o clima. “O pequeno empresário tem que começar a trabalhar bem com gente, porque tem linha de comunicação muito mais direta”, diz.

  1. Comunique-se

Não basta aproveitar a proximidade com a equipe, é preciso estabelecer uma comunicação clara e objetiva. Para Adriana, a comunicação é essencial para construir um bom relacionamento. “Alguns empresários sofrem do mal da arrogância e por serem donos acham que não precisam aprender nada. Eles colocam os colaboradores em processos e se excluem. Quando o negócio começa a falhar, percebe que precisa se desenvolver como gestor de pessoas e não só de processos”, explica a professora. Seja com um mural ou com uma newsletter, é interessante manter um canal com os funcionários para alinhar objetivos e expectativas.

4. Negocie para resolver conflitos

Quando o clima já está em uma situação crítica, os conflitos começam a surgir. Neste momento, os empreendedores devem usar a negociação para resolver sem afetar negativamente a equipe. “Ninguém está livre de errar. A questão é o que você faz a partir do seu equívoco. Tenha humildade para reconhecer o seu erro e não empurre-o para todos”, explica.

(Fonte: Exame.com)

5 DICAS ESSENCIAIS PARA TORNAR SUA EMPRESA SUSTENTÁVEL

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Reduzir o consumo, inovar e compartilhar ideias. Um empreendedor pode tornar a sua pequena empresa sustentável com a adoção de algumas práticas. Para Dorli Terezinha Martins, consultora do Sebrae-SP, um desperdício que a maioria das empresas tem em comum é o de energia. “Pintar as paredes de branco melhora a iluminação e abrir algumas janelas pode diminuir o consumo de ar – condicionado”, explica.

A ecoeficiência é um modelo de gestão que tem como foco a redução de recursos naturais e materiais. A grande vantagem para o pequeno empresário é redução do impacto e uma economia no bolso. A economia vai além do dinheiro, a redução de consumo é uma iniciativa sustentável. Abaixo algumas dicas que fazem a diferença

1.Faça uma revisão

A manutenção de máquinas precisa ser feita regularmente e a parte elétrica da empresa não deve ser negligenciada. “Algumas ligações são completamente inadequadas e, além de ser um desperdício de energia, corre-se o risco de provocar um acidente”, afirma Dorli.

Há casos em que o empresário vai precisar investir a médio e longo prazo. Trocar lâmpadas tradicionais por LED, substituir o refrigerador antigo ou trocar o ar – condicionado por um que modula de acordo com o consumo de energia.

2.Identifique alternativas

Energia limpa, separar o lixo e reutilizar embalagens são algumas questões que entram no tema da sustentabilidade. É preciso uma pesquisa básica antes que o empresário comece a adotar medidas em seu negócio. O que tem que ser trabalhado é o entendimento sobre o custo, pois não adianta começar a investir em produtos mais baratos, mas que não se sabe se é ecologicamente correto. O empresário pode obter receitas de produtos caseiros, por exemplo, e assim reduzir o consumo de produtos industrializados.

3.Busque parcerias locais

Separar produtos para reciclagem é um esforço que a maioria dos pequenos empresários faz. Entretanto, é exatamente essa prática que o desmotiva, pois a coleta acaba misturando tudo que ele separou. Existem ecopontos na capital paulista, por exemplo, e que é possível se aliar a pequenas cooperativas.

Entregar os produtos recicláveis para um coletor da região já é um direcionamento melhor dos resíduos que a empresa produz. Às vezes, o pequeno empresário acha que poucas iniciativas não fazem sentido, mas não é verdade.

4.Envolva todos

A tendência do consumidor é reconhecer as atitudes de um empresário que está contribuindo com a sustentabilidade do planeta. Se bem divulgado, o cliente valoriza. Um elemento importante na sustentabilidade é a oportunidade de relacionamento, educação e engajamento.

5.Controle os gastos

Copos plásticos, papéis e produtos de limpeza são alguns produtos que fazem parte da rotina da maioria das pequenas empresas. O controle é o melhor aliado para a economia. Uma planilha com registros sendo atualizados mensalmente já auxilia o empresário.

 

Fonte:EXAME

10 destinos para curtir o Reveillon de 2016

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Pode faltar alguns meses ainda, mas o Réveillon 2016 não demora a chegar. Portanto, já está mais do que na hora de reservar um espaço na agenda para as viagens de final de ano e férias coletivas, aproveitando o melhor destino para celebrar seu ano novo e fugindo do dólar alto.
O fato é que os preços costumam ficar salgados durante as festividades, então quanto antes comprar passagens e reservar hotéis, melhor. Além disso, se a ideia é se jogar numa grande festa, também é necessário fazer reservas para garantir o seu lugar, seja em baladas – que costumam vender ingressos por lote -, ou restaurantes, que também celebram a data em grande estilo.

Confira algumas dicas para não passar a data em branco, com exceção da roupa, é claro!
1. São Miguel dos Milagres
Em Alagoas, existe um pedacinho caribenho chamado carinhosamente de “Milagres”. Com águas cristalinas e areia branquinha, o lugar vai ter uma festa de ano novo que promete .A festa Réveillon dos Milagres, vai do dia 26 de dezembro a 4 de janeiro de 2016.
2. Praia do Rosa
Conhecida por jovens e bastante badalada, a Praia do Rosa tem uma famosa festa de ano novo, que já atrai até famosos como Gabriel Medina. Quem não perde uma festança pode curtir, no dia 31 de dezembro, a Virada Mágica, que acontece na Pousada Fazenda Verde do Rosa, num grande camarote à beira-mar.

3. Ilha Bela
Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, é uma boa fuga para os paulistanos a fim de curtir o final de ano longe da muvuca da cidade. Além das praias exuberantes, durante o final de ano o destino fica agitado com festas em hotéis e baladas. Na praia da Feiticeira, o réveillon é bem animado, especialmente para os solteiros.

4. Punta del Este
Conhecida pela sofisticação, vista em cassinos, restaurantes e resorts de luxo, a cidade uruguaia também conta com vida noturna agitada em meio às belas praias que a cercam. A tradicional queima de fogos acontece na praia e badalação começa entre 0h e 2h da manhã. São várias as festas de ano novo na cidade, como Hed Kandi,La Fiesta Punta e Reveillon Unique.

5. Santiago
Passar a virada do ano com vista para a Cordilheira dos Andes não é nada mal. A festa de Réveillon acontece em frente ao Palácio de la Moneda, onde se apresentam artistas locais e de onde se avistam os fogos de artifício. Baladas com festas grandes é o que não faltam, como Elevate, Club Eve e Castillo Hidalgo. Porém, uma das maiores queimas de fogos da América do Sul acontece na badalada Valparaíso, cidade próxima a Santiago.

6. Buenos Aires
Com preços atraentes para brasileiros, Buenos Aires é sempre uma boa pedida. Durante o Réveillon, porém, a agitação fica mais por conta de quem é do Brasil do que dos argentinos. A passagem de ano é celebrada em casa, com amigos ou familiares, mas a queima de fogos em Puerto Madero acaba reunindo os brazucas em peso e não os hermanos. Entre as baladas, Asia de Cuba é um dos clubs que tem a festa mais agitada durante a data.

7. Búzios
Com 23 praias exuberantes, Búzios é um dos destinos mais badalados Rio de Janeiro. Além de oferecer muita diversão e lazer durante o dia, as festas, os bares e as baladas fervem durante a noite. Na virada do ano, dá para curtir o Réveillon da Tartaruga, com diversas atrações noite adentro.
8. Porto de Galinhas
Um dos mais animados do Nordeste, o réveillon em Porto de Galinhas é cheio de atrações, com shows bastante concorridos. Além das festas, o destino é um prato cheio para quem quer curtir uns dias de folga, repleto de piscinas naturais, belas praias, bons hotéis e restaurantes, que se incluem na programação de ano novo.

9. Guarapari
Pode ser que o Espírito Santo nem tenha passado pela sua cabeça, mas a cidade de Guarapari tem um final de ano bem animado. Com mais de 30 praias para o deleite dos turistas, a região atrai turistas também por conta do réveillon. Entre as festas, destaca-se a Réveillon Privilègeno Iate Clube Siribeira, além das atrações que se reúnem nas praias Área Preta e Castanheiras.

10. Universo Paralello
Há 15 anos, o festival Universo Paralello acolhe fãs da música eletrônica e suas vertentes para uma virada de ano pra lá de histórica. Entre os dias 27 de dezembro de 2015 a 04 de janeiro de 2016, a paradisíaca Praia de Pratigí, em Ituberá, na Bahia, recebe a extensa programação da festa, que é uma das mais respeitadas do Brasil, com 8 dias de música e 6 palcos.
Opções não faltam! Agora é se programar

O que é um Jardim Vertical?

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Também conhecido como parede verde, o jardim vertical é uma intervenção paisagística em paredes externas e/ou internas dos edifícios, que são cobertas por vegetação através de técnicas especializadas.

As plantas preservadas são resultados da transformação de folhagens naturais que, tratadas quimicamente, substituem as plantas vivas em ambientes internos de maneira permanente. Esta preservação das plantas proporciona uma aparência natural por muitos anos, sem necessidade de água, ar e luz.

Ideais para decorar ambientes internos de residências e espaços comerciais, as plantas preservadas permitem inúmeras aplicações. Várias espécies podem ser preservadas, realizando-se desde pequenos arranjos ate árvores de 13 metros de altura. Estas características, aliadas a um trabalho artesanal e especializado, garantem tranquilidade e satisfação aos clientes.
Processo de Montagem:
As plantas são montadas de maneira artesanal e pessoal, ou seja, de acordo com as necessidades de cada espaço onde serão colocadas. Desta forma, atingira um alto grau de similaridade com as plantas vivas, deixando os ambientes muito agradáveis e sem os inconvenientes causados por fungos, falta de insolação e regas inadequadas que tanto prejudicam as plantas naturais em ambientes fechados.

Manutenção:

As plantas preservadas têm alta durabilidade, porém necessitam de manutenções periódicas para limpeza das folhas e conservação de seu aspecto saudável. Recomendamos a atenção quanto a estas manutenções, executadas por funcionários treinados, para que possam usufruir das plantas por muitos anos.

A Svetlana Plantas Preservadas possui vários projetos para seu ambiente, entre em contato e melhore a qualidade de vida de qualquer ambiente www.svetlana.com.br

Aromatização: Aroma de bons negócios e sensação de bem estar.

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As técnicas de marketing sensorial vão se tornar mais complexas. Não é para menos. O estilo de vida contemporâneo é gerador de uma aceleração emocional que facilmente transfere o interesse do consumidor de um polo a outro. Como os elementos que desconectam o consumidor podem ser tão inúmeros quanto variáveis, a busca pela conexão através de aromatizantes pode acontecer tanto em ambientes como em produtos.
O marketing olfativo é uma poderosa ferramenta para a indústria e para o varejo, seja de produtos ou de serviços. Para esses setores, um estudo da Universidade Rockefeller, de Nova York, fortaleceu a relevância do olfato na experiência sensorial quando revelou que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, contra 5% do que vê, 2% do que ouve e 1% daquilo que toca.
A técnica não é absolutamente nova. Na década de 70, os americanos começaram a fazer do aroma um aliado, usando-o para manter os apostadores mais tempo diante das mesas de jogos nos cassinos de Las Vegas. No Brasil, a aplicação desse conceito só foi iniciada em meados dos anos 90, para ser mais amplamente difundida a partir do ano 2000.
Já faz algum tempo que, no mundo inteiro, a indústria automobilística aposta forte no marketing olfativo. Mas em outros setores, como o hoteleiro e o imobiliário – especialmente no Brasil – esse mercado é considerado pouco explorado.
O varejo, que já vem experimentando a utilização da técnica de forma mais expressiva, também é conclamado a aderi-la de forma mais contundente. No mais recente encontro do setor, a NRF 2014 em Nova York – que teve participação recorde de varejistas brasileiros – os especialistas alertaram que as lojas não devem ser desenhadas para as pessoas comprarem mais, mas sim para se sentirem bem.
É justamente no quesito de bem-estar que o marketing olfativo contribui. Estudos em vários países vêm apontando, frequentemente, a existência de indícios positivos da influência do estímulo olfativo no comportamento de consumidores. Entre elas estão um estudo realizado na Alemanha e outro nos Estados Unidos.
A pesquisa comportamental realizada na Alemanha sinalizou que o uso de fragrâncias personalizadas aumenta em 15,9% o tempo de permanência do cliente no ponto de venda, em 14,8% a probabilidade de compra e em 6% as vendas reais.
De acordo com Muriel Kampf, pioneiro em aromatização de ambiente e qualidade do ar, um ambiente aromatizado impulsiona mais de 30% das vendas, fizemos um teste para comprovar a eficácia do marketing olfativo. No natal, ao colocarmos um aroma de panetone em um determinado supermercado, trabalhamos com o subconsciente do cliente, mesmo que ele não tenha pensado em comprar o panetone, pelo aroma do produto conseguimos estimular a compra e ainda fizemos o cliente recordar alguma lembrança boa dessa época.

14 Fatos que só quem nasceu em São Paulo sabe!

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1. Você encara congestionamentos como um fato da vida.
Problemas no trânsito, quer esteja acontecendo agora ou aquele congestionamento especialmente longo da semana passada, sempre são assunto. Por isso todo mundo tem uma história sobre congestionamento para contar, ou uma rota alternativa para repartir com os amigos. Até a falta de trânsito é um assunto! “Eu vim pela Bandeirantes e cheguei quinze minutos mais cedo, estava livre”.
2. Você AMA pizza.
Nós sabemos, esse é um gosto mundial. Mas a pizza paulistana, consumida tradicionalmente nas noites de domingo, é excelente. Essa é, afinal, uma cidade onde um milhão de pizzas são consumidas por dia, segundo a Associação das Pizzarias de São Paulo.
3. Você sabe a diferença entre paulistano, paulista e São Paulino
É fácil: o primeiro nasceu na cidade, o segundo nasceu no estado, o terceiro torce para o São Paulo Futebol Clube, um dos times mais populares da cidade ao lado do Corinthians, do Santos e do Palmeiras. O que me leva ao próximo tema….
4. Você é Corintiano.
Não? Bom, existe a chance de que seu melhor amigo, seu chefe, sua professora de matemática no primeiro ano, o motorista do ônibus e seu dentista sejam Corintianos.
5. Sua primeira refeição do dia envolve pão francês.
Com manteiga e uma xícara de café com leite. Talvez um copo de suco de laranja, uma fatia de queijo. Você sabe que aqueles cafés-da-manhã com presunto enroladinho e mamão partido no meio só existe nas novelas.
6. Você ama o Parque do Ibirapuera.
E consegue ignorar milhares de frequentadores, gramado sujo e um cheiro estranho do lago nos finais de semana. Afinal, o Ibirapuera é bonito, verde, tranquilo, fácil de chegar. Tem museus, o Jardim Japonês, um monte de picos escondidos para fazer piquenique, e aquelas esculturas de metal enormes onde as crianças curtem subir. É o Central Park paulistano, mêo!
7. Você sempre sabe a resposta certa quando o taxista pergunta “qual o melhor caminho?”
E nunca, jamais, escolhe a Rebouças.
8. Você sai de manhã preparado para encarar as variações de clima.
Porque essa é uma cidade onde faz frio de manhã, calor na hora do almoço, chuva forte no fim da tarde e (muito) frio de noite. É por isso que estamos sempre levando uma mochila com aquele casaco extra, ou, pelo menos, um guarda-chuva portátil.
9. Você não sai durante chuva forte.
O paulistano, de nascença ou coração, entende que a cidade pode ser perigosa durante uma chuva forte. Por isso que a opção mais inteligente é sempre ficar onde está até que a chuva pare. As pessoas ainda jogam latas de lixo, garrafas de água, sacos plásticos e tudo o mais. E quando chove pra valer bueiros e bocas-de-lobo entopem.
10. Você conhece o conceito de motoboy.
Se você trabalha em São Paulo, a chance é que já precisou dos serviços desses profissionais sobre duas rodas. É o exército responsável por entregar pizzas, contratos, medicamentos e flores, todos os dias e em todos os horários. Ame-os ou odeie-os, é inegavelmente um dos trabalhos mais duros da cidade.
11. Você “vai no shopping”.
Porque circular entre lojas e evitar luz natural é o esporte favorito dos moradores de São Paulo, uma cidade com 51 shopping centers espalhados em suas cinco zonas (Centro, Sul, Norte, Leste, Oeste), do popular Aricanduva ao chiquérrimo Cidade Jardim.
12. No seu círculo de conhecidos tem:
Descendentes de japoneses, chineses e coreanos, gente com cabelo ruivo e sardas, “árabes” de olhos e cabelos escuros, famílias com sobrenomes portugueses, espanhóis e italianos, negros e gente que veio dos estados do norte, nordeste, sul e centro-oeste do país. Se não, desculpe, tem algo errado. O Brasil é um país mestiço e São Paulo é talvez o maior exemplo dessa diversidade. Suas pessoas são sua riqueza. Abrace isso.
13. Você conhece alguém que se lembra com saudades do tempo em que era possível nadar no Rio Tietê.
Talvez seus avós. Você ouve sem acreditar muito, até alguém aparecer com uma foto. O Clube de Regatas fazia competições, o rio era limpo! Quanta coisa pode mudar em tão pouco tempo, não?
14. Você ama a cidade, mas…
Se dispõe a ficar dentro de um carro por horas para sair dela. A saída de feriado é um fenômeno largamente registrado em que todos os moradores da cidade tentam escapar ao mesmo tempo em direção ao litoral e interior na tarde/noite anterior à algum feriado.
A lógica é: quanto mais longo o recesso de trabalho e escola, mais carros nas Marginais e estradas e mais horas para chegar até qualquer lugar. Semana Santa e Carnaval são campeões.

Foto Divulgação