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40 Graus – Feira de Calçados e Acessórios

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Alegria, encantamento, cores, muitas cores.
O norte e o nordeste brasileiro são assim: mágicos. Na natureza exuberante, na música e na cultura, na culinária e, claro, também na moda, o estilo próprio de ser e de viver é uma marca reconhecida. E para atender os desejos destes mais de 60 milhões de consumidores que vivem no norte e nordeste, a Merkator aproveitou da sua experiência, do seu conhecimento do segmento de calçados e acessórios e dos seus sindicatos parceiros para criar a 40 Graus, em Natal/RN.
Outros pontos importantes para o lojista são as novidades, produzidas pelas principais marcas do Brasil pensando no público das regiões Norte e Nordeste, e principalmente, a comodidade em encontrar tudo em um evento próximo de suas cidades de origem.
40 Graus. Uma feira com o sotaque e a ginga do iluminado do Brasil.

10 MANEIRAS DE ENCANTAR O CLIENTE

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A atitude de quem presta um serviço – e não só a técnica – é o que mais “gruda” na memória do cliente. Para criar uma lembrança positiva, é preciso ser mais do que satisfatório. É necessário ser mágico. Dez atitudes para encantar o freguês, garantir a satisfação e, mais do que isso, ganhar um cliente fiel.

1. Saiba qual é o valor do consumidor. Faça com o que o freguês entenda que ele é importante. Para isso, dê aos funcionários a autonomia para “mimar” quem está na loja. Se um cliente pede para fazer a cópia de uma chave, mas percebe que esqueceu a carteira depois que o produto já foi concluído, dê a chave a ele. O freguês vale muito mais do que esse pequeno valor. As melhores empresas deixam claro que os empregados não precisam de aprovação para fazer algo pelos usuários.

  1. Analise os momentos ruins e os bons. As empresas já têm o hábito de estudar por que algo deu errado e como evitar esse erro em situações futuras. Veja também o que deu certo e como é possível multiplicar os cenários em que o cliente tem a iniciativa de elogiar o atendimento.
  1. Ofereça algo a mais para incrementar as vendas. O McDonald’s faz isso sempre: “Fritas para acompanhar?” A ideia é sempre dar ao cliente a possibilidade de comprar algo que ele nem lembrava de que precisava. Em uma loja de material de construção, por exemplo, o freguês que compra tinta não pode ir embora sem que o vendedor ofereça pincéis a ele. Porque, se isso não for feito, o cliente chegará em casa, perceberá que não comprou o pincel, e a memória que ele tem da loja ficará prejudicada.

 

  1. Faça mentoring. Ajude os vendedores e estimule-os a ajudar outras pessoas. Algumas redes de fast-food fazem isso – os candidatos a uma vaga nos restaurantes passam pela linha de montagem antes mesmo que sejam aprovados. Assim, podem aprender com funcionários experientes.
  1. Conheça o que atrai os seus clientes. Por que as pessoas vão à sua loja, e não à do concorrente? Ofereça serviços ou produtos únicos, que o diferenciem do resto.
  1. Recupere-se bem. Se o cliente tiver uma experiência ruim – ele vai ao restaurante e a carne não está no ponto que ele havia pedido, por exemplo –, não só resolva o problema. Faça isso rapidamente e reestabeleça a confiança. O freguês saberá que sempre pode contar com você, mesmo que algo dê errado.
  1. Reúna ideias. As sugestões de inovação vêm não só dos clientes, mas também dos empregados e dos parceiros. Crie oportunidades para que essas pessoas elaborem maneiras de transformar o estabelecimento em um lugar melhor para trabalhar ou de atender o usuário ainda melhor.
  1. Faça a gestão da fila. As pessoas detestam esperar. Se eles agendaram um serviço, querem ser “donas” daquele tempo. Portanto, se você vai se atrasar, avise. Se há uma fila no restaurante, mande um funcionário já anotar os pedidos, para que as pessoas o recebam mais rapidamente quando se sentarem. Defina qual é a expectativa de espera e supere-a.
  1. Surpreenda. Dê ao cliente algo que ele não estava esperando. Se tem uma escola de natação, dê ao aluno uma touca com o seu nome impresso. A Zappos faz isso – dá a alguns clientes um upgrade para entrega no próximo dia, mesmo que não tenham pago por isso.
  1. Conecte-se às mídias sociais. Se o cliente faz uma reclamação online, você deve ser rápido no monitoramento e na resposta. O mesmo vale para um elogio. Use as mídias sociais também para produzir conteúdo sobre a sua área de atuação. Vire uma fonte de informação

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

ARTE DE RESGATAR O INTERESSE DO CLIENTE

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Quem disse que o marketing é apenas uma ferramenta de divulgação e atração de novos consumidores?

O marketing digital, destinado a lojas virtuais, vai muito além dessa funcionalidade. No e-commerce, as campanhas de marketing têm o poder de resgatar o interesse de um cliente que saiu do empreendimento sem comprar nada, deixando o carrinho abandonado.

É exatamente isso, o que revela um estudo da Listrak com as 1.000 maiores lojas virtuais do ranking do Internet Retailer: em 2012, o total de empreendimentos que buscam o retorno do consumidor através de e-mails marketing “pós-abandono” foi ampliado em 30%.

Os benefícios de buscar o cliente. Entre os benefícios de insistir no consumidor, está o fato de o cliente não se esquecer de sua empresa e, se ele simplesmente estiver em dúvida quanto comprar ou não comprar, o e-mail pode dar uma ‘forcinha’ para que ele volte e finalize a negociação.
O momento certo de enviar o e-mail. Segundo outro estudo, desenvolvido pela SeeWhy em 2011, quando o e-mail “pós-abandono” é enviado em um intervalo curto, logo após a desistência, a receita gerada pelo retorno é de 150% maior do que e-mails enviados 24 horas depois e, garantem uma recuperação de 30% dos carrinhos.
O que deve constar no e-mail? No e-mail de recuperação deve constar, como regra, os produtos deixados para trás. A prática de ofertar promoções e descontos nesses e-mails está caindo, justamente porque tal contato se identifica mais como um lembrete para que o cliente retorne à loja virtual.
Os resultados de resgatar o interesse do consumidor. Além de conquistar a conversão, a volta do cliente por e-mail gera, também, maiores faturamentos. A pesquisa da SeeWhy (2011), destacou que após receberem e-mails convidativos, os clientes que abandonaram seus carrinhos, voltaram e gastaram, em média, 55% a mais do que os consumidores que compram de primeira.
O abandono de carrinhos acontece de forma comum no e-commerce, contudo, insistir no retorno do consumidor pode não apenas garantir uma negociação satisfatória como, também, destacar o valor do seu empreendimento, despertando no cliente o interesse de manter-se fiel.

 

FONTE: Administradores

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: INÍCIO, MEIO E FIM

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O início

O ponto de partida para um planejamento estratégico dar certo é ele contar com uma liderança engajada, seja o dono de uma empresa, o presidente de uma entidade, o gestor público, que não apenas acredita na importância do planejamento, mas também se envolve. Um líder engajado saberá reunir, acompanhar e motivar a equipe de trabalho para juntos responderem às perguntas básicas de um planejamento estratégico:

– Quem somos? Qual a nossa missão? Qual a nossa visão de futuro? Quais são os valores que nos orientam?
– Onde estamos? Qual é o cenário em que nos encontramos?
– Onde queremos chegar?
– Que caminhos vamos trilhar?

Numa linguagem mais técnica é definir a Filosofia da organização, fazer o SWOT, montar o Mapa Estratégico, definir as Metas e os Planos de Ação, com prazos e os respectivos responsáveis. Todas estas etapas devem ser registradas para que todos possam acompanhar a evolução num processo que se chama de governança ou gestão estratégica. É muito importante ficar bem claro quem faz o que e quando.

 

O meio

Transformar a teoria em prática, ou seja, executar os planos que foram planejados, representa o grande desafio do planejamento estratégico. Desafio de quem lidera e coordena e de todos os colaboradores. Quanto melhor for o planejamento, mais organizado for o acompanhamento e melhor for a comunicação entre todas as partes, mais chances de sucesso terá o planejamento estratégico. Para isso, há softwares especializados que ajudam tanto na etapa do planejamento como no acompanhamento, cujo resultado é muito superior às tradicionais planilhas eletrônicas. Confira algumas dicas que ajudam na execução do planejamento:

– O conhecimento de todo o plano e a habilidade para executar a sua parte são essenciais aos responsáveis pela execução;
– A reunião de avaliação precisa ocorrer sistematicamente e nela as métricas (metas) e o andamento dos prazos precisam ser analisados. Quando as metas e os prazos não são cumpridos, é necessário agir e reprogramar prazos. Não é recomendado deixar ações pendentes sem uma nova previsão;
– Mesmo ocorrendo a reunião de avaliação, o planejamento pode ser monitorado diariamente (daí novamente a importância de um software online), até porque os cenários mudam e quanto mais cedo situações de desvio são percebidas, mais chances temos de superar os obstáculos que surgem;
– Aqueles que estão começando a trabalhar com planejamento estratégico não devem dar passos maiores do que podem. É preferível começar com metas menos ambiciosas e planos menos complexos, para depois evoluir;
– Para manter a equipe motivada e também reconhecer o trabalho é importante premiar. O PPR (Programa de Participação nos Resultados) vinculado às metas do planejamento estratégico é uma prática recomendada.

O fim

Quem começa um planejamento e não vê a hora de chegar ao fim, precisará rever o seu conceito de planejamento estratégico. Na verdade, planejamento estratégico não tem fim. Há um período de dois ou mais anos para o qual são definidas metas, porém, assim que este período encerra, um novo período inicia, com metas e planos renovados, mantendo-se, normalmente, a filosofia e os principais objetivos estratégicos da organização. Aquele que consegue criar o hábito de planejar com qualidade não terá nenhuma resistência para compreender o planejamento estratégico com um empreendimento sem fim.

Fonte: Scopi

COMO ANIMAR A EQUIPE DA SUA EMPRESA?

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Mau humor, falta de vontade e desânimo. Quando o clima de uma pequena empresa é ruim esses sintomas aparecem e afetam não só os funcionários, mas também os consumidores. Em ambientes com poucos funcionários, cuidar bem do relacionamento é uma questão de sobrevivência para o negócio. São atitudes simples do cotidiano, como uma conversa atenta, que têm o poder de mudar este panorama. As pequenas e médias empresas têm oportunidades melhores ainda de rever e otimizar processos, mas vai exigir do empresário não só conhecimento do negócio. Tem que começar a trabalhar bem com gente. Para ajudar nesta tarefa, veja as dicas e melhore de vez o clima de trabalho na sua empresa.

1.Pronto para o feedback

Escutar. Este é o primeiro passo para desenvolver um bom relacionamento entre os funcionários. “A escuta ativa é realmente uma ferramenta importante. O feedback é um processo que exige autoconhecimento do gestor e o interesse dele com a equipe”, explica. Estabeleça um vínculo com seus colaboradores e aprenda a ouvir para saber o que na empresa pode ser melhorado.

Segundo Adriana, muitos empreendedores e executivos se dizem dispostos a ouvir, mas, quando a pessoa vai até eles, não dão a atenção que deveriam. “Os executivos ficam inconformados porque se acham abertos, mas ficam digitando enquanto a pessoa está ali falando. Tem de mostrar atenção. Não adianta aparentar interesse se não tiver de fato”, conta.

  1. Ser pequeno ajuda

O objetivo de uma empresa é dar lucro. Por isso, a cobrança por resultados pode acabar ofuscando o desenvolvimento pessoal e comportamental. “É difícil construir relacionamentos, porque as pessoas são muito cobradas com resultados e acham que o tempo conversando é perdido. Mas, as pequenas empresas têm oportunidades melhores de rever e otimizar os processos”, explica. Aproveitar, portanto, que a empresa é menor é importante para melhorar o clima. “O pequeno empresário tem que começar a trabalhar bem com gente, porque tem linha de comunicação muito mais direta”, diz.

  1. Comunique-se

Não basta aproveitar a proximidade com a equipe, é preciso estabelecer uma comunicação clara e objetiva. Para Adriana, a comunicação é essencial para construir um bom relacionamento. “Alguns empresários sofrem do mal da arrogância e por serem donos acham que não precisam aprender nada. Eles colocam os colaboradores em processos e se excluem. Quando o negócio começa a falhar, percebe que precisa se desenvolver como gestor de pessoas e não só de processos”, explica a professora. Seja com um mural ou com uma newsletter, é interessante manter um canal com os funcionários para alinhar objetivos e expectativas.

4. Negocie para resolver conflitos

Quando o clima já está em uma situação crítica, os conflitos começam a surgir. Neste momento, os empreendedores devem usar a negociação para resolver sem afetar negativamente a equipe. “Ninguém está livre de errar. A questão é o que você faz a partir do seu equívoco. Tenha humildade para reconhecer o seu erro e não empurre-o para todos”, explica.

(Fonte: Exame.com)

5 DICAS ESSENCIAIS PARA TORNAR SUA EMPRESA SUSTENTÁVEL

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Reduzir o consumo, inovar e compartilhar ideias. Um empreendedor pode tornar a sua pequena empresa sustentável com a adoção de algumas práticas. Para Dorli Terezinha Martins, consultora do Sebrae-SP, um desperdício que a maioria das empresas tem em comum é o de energia. “Pintar as paredes de branco melhora a iluminação e abrir algumas janelas pode diminuir o consumo de ar – condicionado”, explica.

A ecoeficiência é um modelo de gestão que tem como foco a redução de recursos naturais e materiais. A grande vantagem para o pequeno empresário é redução do impacto e uma economia no bolso. A economia vai além do dinheiro, a redução de consumo é uma iniciativa sustentável. Abaixo algumas dicas que fazem a diferença

1.Faça uma revisão

A manutenção de máquinas precisa ser feita regularmente e a parte elétrica da empresa não deve ser negligenciada. “Algumas ligações são completamente inadequadas e, além de ser um desperdício de energia, corre-se o risco de provocar um acidente”, afirma Dorli.

Há casos em que o empresário vai precisar investir a médio e longo prazo. Trocar lâmpadas tradicionais por LED, substituir o refrigerador antigo ou trocar o ar – condicionado por um que modula de acordo com o consumo de energia.

2.Identifique alternativas

Energia limpa, separar o lixo e reutilizar embalagens são algumas questões que entram no tema da sustentabilidade. É preciso uma pesquisa básica antes que o empresário comece a adotar medidas em seu negócio. O que tem que ser trabalhado é o entendimento sobre o custo, pois não adianta começar a investir em produtos mais baratos, mas que não se sabe se é ecologicamente correto. O empresário pode obter receitas de produtos caseiros, por exemplo, e assim reduzir o consumo de produtos industrializados.

3.Busque parcerias locais

Separar produtos para reciclagem é um esforço que a maioria dos pequenos empresários faz. Entretanto, é exatamente essa prática que o desmotiva, pois a coleta acaba misturando tudo que ele separou. Existem ecopontos na capital paulista, por exemplo, e que é possível se aliar a pequenas cooperativas.

Entregar os produtos recicláveis para um coletor da região já é um direcionamento melhor dos resíduos que a empresa produz. Às vezes, o pequeno empresário acha que poucas iniciativas não fazem sentido, mas não é verdade.

4.Envolva todos

A tendência do consumidor é reconhecer as atitudes de um empresário que está contribuindo com a sustentabilidade do planeta. Se bem divulgado, o cliente valoriza. Um elemento importante na sustentabilidade é a oportunidade de relacionamento, educação e engajamento.

5.Controle os gastos

Copos plásticos, papéis e produtos de limpeza são alguns produtos que fazem parte da rotina da maioria das pequenas empresas. O controle é o melhor aliado para a economia. Uma planilha com registros sendo atualizados mensalmente já auxilia o empresário.

 

Fonte:EXAME

Aromatização: Aroma de bons negócios e sensação de bem estar.

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As técnicas de marketing sensorial vão se tornar mais complexas. Não é para menos. O estilo de vida contemporâneo é gerador de uma aceleração emocional que facilmente transfere o interesse do consumidor de um polo a outro. Como os elementos que desconectam o consumidor podem ser tão inúmeros quanto variáveis, a busca pela conexão através de aromatizantes pode acontecer tanto em ambientes como em produtos.
O marketing olfativo é uma poderosa ferramenta para a indústria e para o varejo, seja de produtos ou de serviços. Para esses setores, um estudo da Universidade Rockefeller, de Nova York, fortaleceu a relevância do olfato na experiência sensorial quando revelou que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, contra 5% do que vê, 2% do que ouve e 1% daquilo que toca.
A técnica não é absolutamente nova. Na década de 70, os americanos começaram a fazer do aroma um aliado, usando-o para manter os apostadores mais tempo diante das mesas de jogos nos cassinos de Las Vegas. No Brasil, a aplicação desse conceito só foi iniciada em meados dos anos 90, para ser mais amplamente difundida a partir do ano 2000.
Já faz algum tempo que, no mundo inteiro, a indústria automobilística aposta forte no marketing olfativo. Mas em outros setores, como o hoteleiro e o imobiliário – especialmente no Brasil – esse mercado é considerado pouco explorado.
O varejo, que já vem experimentando a utilização da técnica de forma mais expressiva, também é conclamado a aderi-la de forma mais contundente. No mais recente encontro do setor, a NRF 2014 em Nova York – que teve participação recorde de varejistas brasileiros – os especialistas alertaram que as lojas não devem ser desenhadas para as pessoas comprarem mais, mas sim para se sentirem bem.
É justamente no quesito de bem-estar que o marketing olfativo contribui. Estudos em vários países vêm apontando, frequentemente, a existência de indícios positivos da influência do estímulo olfativo no comportamento de consumidores. Entre elas estão um estudo realizado na Alemanha e outro nos Estados Unidos.
A pesquisa comportamental realizada na Alemanha sinalizou que o uso de fragrâncias personalizadas aumenta em 15,9% o tempo de permanência do cliente no ponto de venda, em 14,8% a probabilidade de compra e em 6% as vendas reais.
De acordo com Muriel Kampf, pioneiro em aromatização de ambiente e qualidade do ar, um ambiente aromatizado impulsiona mais de 30% das vendas, fizemos um teste para comprovar a eficácia do marketing olfativo. No natal, ao colocarmos um aroma de panetone em um determinado supermercado, trabalhamos com o subconsciente do cliente, mesmo que ele não tenha pensado em comprar o panetone, pelo aroma do produto conseguimos estimular a compra e ainda fizemos o cliente recordar alguma lembrança boa dessa época.

Dicas de aromatização para salas de espera de clínicas e consultórios.

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A sala de espera é, por natureza, um ambiente desconfortável para os pacientes. O fato de ser um ambiente que antecede uma consulta, situação que pode revelar algo desconhecido até então ou fatos indesejados, pode causar tensão, ansiedade, mal estar, angústia. Além disso, a correria em que os pacientes vivem em seu dia a dia, podem desencadear um sentimento desconfortável de pressa, deixando os pacientes estressados.
Entretanto, é possível amenizar o clima e tranquilizar o paciente enquanto aguarda, criando uma atmosfera calma agradável. Preparamos desta vez algumas dicas de aromatização que podem ajudar a relaxar seus pacientes.
Técnicas para deixar o ambiente relaxante.
A tecnologia vem ajudando a medicina para proporcionar mais bem-estar para os seus pacientes, e por isso o marketing olfativo foi criado, assim como as técnicas de aromaterapia que podem ser usadas no caso.
O marketing olfativo é a técnica que consegue criar vínculo emocional entre o cliente e a empresa por meio dos cheiros e sensações. Esse tipo de marketing é aplicado em produtos perfumados e já é bastante usada no Brasil, principalmente em pontos de venda, local em que o contato com o cliente é direto. Mas o conceito se aplica perfeitamente ao ambiente da sala de espera, já que o marketing olfativo consegue até melhorar a ideia e percepção do cliente sobre a empresa e seus valores. A técnica de criar sensações, memórias e emoções pelo cheiro acaba fazendo com que o cliente tenha uma boa lembrança daquele dia e amenize todos esses sentimentos de ansiedade e medo.
E os conceitos do marketing olfativo podem ser postos em prática com ajuda da aromaterapia. A aromaterapia é o conceito que se baseia no aroma das plantas para criar sensações nos indivíduos do local. Esse tipo de tratamento é bem antigo e ajuda a amenizar o estresse, podendo ser utilizado até mesmo em casa. Para isso, basta utilizar óleos essenciais extraídos de flores e plantas e promover o equilíbrio total (de corpo, mente e espírito) de todos os presentes no ambiente. Por ser um local de interação, os aromas mais recomendados para uma sala de espera são os cítricos, que dão a sensação de aconchego, ou de manjericão e hortelã-pimenta.
Já usa essas técnicas no seu consultório?

http://blog.iclinic.com.br/dicas-de-aromatizacao-para-salas-de-espera-de-clinicas-e-consultorios/

Vendendo sensações: use os cinco sentidos para conquistar os consumidores

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Por meio de cheiros, sabores, cores, texturas e sons que o Marketing Sensorial “seduz” e leva o consumidor às compras. A ideia é simples: permitir que o consumidor vivencie a marca, ao adquirir um produto, ou seja, o marketing sensorial tem a prerrogativa de tornar o produto ou serviço naquela experiência única. As marcas devem conquistar o consumidor com honestidade, proximidade e transparência. O Marketing Sensorial pode justamente contribuir para que a empresa se aproxime da sua clientela.
Marketing Sensorial em shoppings
E como se diferenciar através do uso dos cinco sentidos? Num shopping com consumidores dos mais diversos perfis, uma loja poderia “convidar o cliente para entrar” usando desde uma vitrine muito bem elaborada – com produtos que mesclem cores e texturas e objetos que chamem à atenção pela maneira como estão expostos – até aplicando uma fragrância característica na porta da loja, o que induz o cliente a entrar naturalmente.
Como os cinco sentidos podem ser úteis a sua marca?
– Visão: os recursos visuais são os mais explorados nas ações de marketing. Cores, formatos e iluminação são facilmente percebidos, e por isso influenciam rapidamente as emoções e comportamento do consumidor, além de gerarem um posicionamento único e identificação com a marca. Agora, cuidado! Para obter bons resultados, é preciso aplicar pesquisas para conhecer o perfil dos seus clientes e utilizar os meios adequados para que eles se sintam satisfeitos.
– Audição: você sabia que o comportamento de uma pessoa pode ser influenciado diretamente pelo som que ela ouve? Por exemplo, o ritmo mais agitado de música deve ser usado quando se deseja um ambiente com grande rotatividade de consumidores. O cliente dança/compra no ritmo da música. Aqui também é preciso cuidado, pois a música pode tanto atrair quanto afastar clientes.
– Olfato: difusores e sachês que espalham aromas são maneiras de se personalizar ambientes. Atenção, a má utilização poderá causar transtornos como mal estar, alergias e enjoos afastando os clientes. Por isso, Muriel Kampf, pioneiro em aromatização de ambiente e qualidade do ar, investe em sua empresa produtos de qualidade e laudos comprobatórios, garantindo assim a qualidade dos produtos. Os consumidores são praticamente “empurrados” para dentro da loja ao perceberem o clima agradável proporcionado por um cheiro específico. Borrifar essências na entrada é um meio de manter o cheiro característico de um ambiente.
– Paladar: quando empresas oferecem chá ou café ou, até mesmo, bebidas mais sofisticadas, como vinho e champanhe, elas se sobressaem e agregam valor ao atendimento prestado. O paladar também é utilizado em inauguração de lojas, chegada de novas coleções e lançamento de produtos.
– Tato: Quem não gosta de ver um produto com as mãos? A valorização deste sentido demonstra qualidade ao cliente, pois ao tocar um objeto, ele percebe se é quente ou frio, áspero ou macio e seco ou úmido, ou seja, explora os detalhes do produto minuciosamente. Faz com que o consumidor sinta-se mais próximo do artigo.
O Marketing Sensorial é, portanto, uma ferramenta que auxilia na diferenciação da marca ao agregar valor aos produtos e serviços. Ele amplia os desejos ou facilita a interpretação da percepção existente sobre o produto. É importantíssimo saber quando e como utilizá-lo.
http://www.sebraemercados.com.br/vendendo-sensacoes-use-os-cinco-sentidos-para-conquistar-os-consumidores/

14 Fatos que só quem nasceu em São Paulo sabe!

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1. Você encara congestionamentos como um fato da vida.
Problemas no trânsito, quer esteja acontecendo agora ou aquele congestionamento especialmente longo da semana passada, sempre são assunto. Por isso todo mundo tem uma história sobre congestionamento para contar, ou uma rota alternativa para repartir com os amigos. Até a falta de trânsito é um assunto! “Eu vim pela Bandeirantes e cheguei quinze minutos mais cedo, estava livre”.
2. Você AMA pizza.
Nós sabemos, esse é um gosto mundial. Mas a pizza paulistana, consumida tradicionalmente nas noites de domingo, é excelente. Essa é, afinal, uma cidade onde um milhão de pizzas são consumidas por dia, segundo a Associação das Pizzarias de São Paulo.
3. Você sabe a diferença entre paulistano, paulista e São Paulino
É fácil: o primeiro nasceu na cidade, o segundo nasceu no estado, o terceiro torce para o São Paulo Futebol Clube, um dos times mais populares da cidade ao lado do Corinthians, do Santos e do Palmeiras. O que me leva ao próximo tema….
4. Você é Corintiano.
Não? Bom, existe a chance de que seu melhor amigo, seu chefe, sua professora de matemática no primeiro ano, o motorista do ônibus e seu dentista sejam Corintianos.
5. Sua primeira refeição do dia envolve pão francês.
Com manteiga e uma xícara de café com leite. Talvez um copo de suco de laranja, uma fatia de queijo. Você sabe que aqueles cafés-da-manhã com presunto enroladinho e mamão partido no meio só existe nas novelas.
6. Você ama o Parque do Ibirapuera.
E consegue ignorar milhares de frequentadores, gramado sujo e um cheiro estranho do lago nos finais de semana. Afinal, o Ibirapuera é bonito, verde, tranquilo, fácil de chegar. Tem museus, o Jardim Japonês, um monte de picos escondidos para fazer piquenique, e aquelas esculturas de metal enormes onde as crianças curtem subir. É o Central Park paulistano, mêo!
7. Você sempre sabe a resposta certa quando o taxista pergunta “qual o melhor caminho?”
E nunca, jamais, escolhe a Rebouças.
8. Você sai de manhã preparado para encarar as variações de clima.
Porque essa é uma cidade onde faz frio de manhã, calor na hora do almoço, chuva forte no fim da tarde e (muito) frio de noite. É por isso que estamos sempre levando uma mochila com aquele casaco extra, ou, pelo menos, um guarda-chuva portátil.
9. Você não sai durante chuva forte.
O paulistano, de nascença ou coração, entende que a cidade pode ser perigosa durante uma chuva forte. Por isso que a opção mais inteligente é sempre ficar onde está até que a chuva pare. As pessoas ainda jogam latas de lixo, garrafas de água, sacos plásticos e tudo o mais. E quando chove pra valer bueiros e bocas-de-lobo entopem.
10. Você conhece o conceito de motoboy.
Se você trabalha em São Paulo, a chance é que já precisou dos serviços desses profissionais sobre duas rodas. É o exército responsável por entregar pizzas, contratos, medicamentos e flores, todos os dias e em todos os horários. Ame-os ou odeie-os, é inegavelmente um dos trabalhos mais duros da cidade.
11. Você “vai no shopping”.
Porque circular entre lojas e evitar luz natural é o esporte favorito dos moradores de São Paulo, uma cidade com 51 shopping centers espalhados em suas cinco zonas (Centro, Sul, Norte, Leste, Oeste), do popular Aricanduva ao chiquérrimo Cidade Jardim.
12. No seu círculo de conhecidos tem:
Descendentes de japoneses, chineses e coreanos, gente com cabelo ruivo e sardas, “árabes” de olhos e cabelos escuros, famílias com sobrenomes portugueses, espanhóis e italianos, negros e gente que veio dos estados do norte, nordeste, sul e centro-oeste do país. Se não, desculpe, tem algo errado. O Brasil é um país mestiço e São Paulo é talvez o maior exemplo dessa diversidade. Suas pessoas são sua riqueza. Abrace isso.
13. Você conhece alguém que se lembra com saudades do tempo em que era possível nadar no Rio Tietê.
Talvez seus avós. Você ouve sem acreditar muito, até alguém aparecer com uma foto. O Clube de Regatas fazia competições, o rio era limpo! Quanta coisa pode mudar em tão pouco tempo, não?
14. Você ama a cidade, mas…
Se dispõe a ficar dentro de um carro por horas para sair dela. A saída de feriado é um fenômeno largamente registrado em que todos os moradores da cidade tentam escapar ao mesmo tempo em direção ao litoral e interior na tarde/noite anterior à algum feriado.
A lógica é: quanto mais longo o recesso de trabalho e escola, mais carros nas Marginais e estradas e mais horas para chegar até qualquer lugar. Semana Santa e Carnaval são campeões.

Foto Divulgação