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Aromatização: Aroma de bons negócios e sensação de bem estar.

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As técnicas de marketing sensorial vão se tornar mais complexas. Não é para menos. O estilo de vida contemporâneo é gerador de uma aceleração emocional que facilmente transfere o interesse do consumidor de um polo a outro. Como os elementos que desconectam o consumidor podem ser tão inúmeros quanto variáveis, a busca pela conexão através de aromatizantes pode acontecer tanto em ambientes como em produtos.

O marketing olfativo é uma poderosa ferramenta para a indústria e para o varejo, seja de produtos ou de serviços. Para esses setores, um estudo da Universidade Rockefeller, de Nova York, fortaleceu a relevância do olfato na experiência sensorial quando revelou que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, contra 5% do que vê, 2% do que ouve e 1% daquilo que toca.

A técnica não é absolutamente nova. Na década de 70, os americanos começaram a fazer do aroma um aliado, usando-o para manter os apostadores mais tempo diante das mesas de jogos nos cassinos de Las Vegas. No Brasil, a aplicação desse conceito só foi iniciada em meados dos anos 90, para ser mais amplamente difundida a partir do ano 2000.
Já faz algum tempo que, no mundo inteiro, a indústria automobilística aposta forte no marketing olfativo. Mas em outros setores, como o hoteleiro e o imobiliário – especialmente no Brasil – esse mercado é considerado pouco explorado.

O varejo, que já vem experimentando a utilização da técnica de forma mais expressiva, também é conclamado a aderi-la de forma mais contundente. No mais recente encontro do setor, a NRF 2014 em Nova York – que teve participação recorde de varejistas brasileiros – os especialistas alertaram que as lojas não devem ser desenhadas para as pessoas comprarem mais, mas sim para se sentirem bem.

É justamente no quesito de bem-estar que o marketing olfativo contribui. Estudos em vários países vêm apontando, frequentemente, a existência de indícios positivos da influência do estímulo olfativo no comportamento de consumidores. Entre elas estão um estudo realizado na Alemanha e outro nos Estados Unidos.

A pesquisa comportamental realizada na Alemanha sinalizou que o uso de fragrâncias personalizadas aumenta em 15,9% o tempo de permanência do cliente no ponto de venda, em 14,8% a probabilidade de compra e em 6% as vendas reais.
De acordo com Muriel Kampf, pioneiro em aromatização de ambiente e qualidade do ar, um ambiente aromatizado impulsiona mais de 30% das vendas, fizemos um teste para comprovar a eficácia do marketing olfativo. No natal, ao colocarmos um aroma de panetone em um determinado supermercado, trabalhamos com o subconsciente do cliente, mesmo que ele não tenha pensado em comprar o panetone, pelo aroma do produto conseguimos estimular a compra e ainda fizemos o cliente recordar alguma lembrança boa dessa época.

 

 

COMO ANIMAR A EQUIPE DA SUA EMPRESA?

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Mau humor, falta de vontade e desânimo. Quando o clima de uma pequena empresa é ruim esses sintomas aparecem e afetam não só os funcionários, mas também os consumidores. Em ambientes com poucos funcionários, cuidar bem do relacionamento é uma questão de sobrevivência para o negócio. São atitudes simples do cotidiano, como uma conversa atenta, que têm o poder de mudar este panorama. As pequenas e médias empresas têm oportunidades melhores ainda de rever e otimizar processos, mas vai exigir do empresário não só conhecimento do negócio. Tem que começar a trabalhar bem com gente. Para ajudar nesta tarefa, veja as dicas e melhore de vez o clima de trabalho na sua empresa.

1.Pronto para o feedback

Escutar. Este é o primeiro passo para desenvolver um bom relacionamento entre os funcionários. “A escuta ativa é realmente uma ferramenta importante. O feedback é um processo que exige autoconhecimento do gestor e o interesse dele com a equipe”, explica. Estabeleça um vínculo com seus colaboradores e aprenda a ouvir para saber o que na empresa pode ser melhorado.

Segundo Adriana, muitos empreendedores e executivos se dizem dispostos a ouvir, mas, quando a pessoa vai até eles, não dão a atenção que deveriam. “Os executivos ficam inconformados porque se acham abertos, mas ficam digitando enquanto a pessoa está ali falando. Tem de mostrar atenção. Não adianta aparentar interesse se não tiver de fato”, conta.

  1. Ser pequeno ajuda

O objetivo de uma empresa é dar lucro. Por isso, a cobrança por resultados pode acabar ofuscando o desenvolvimento pessoal e comportamental. “É difícil construir relacionamentos, porque as pessoas são muito cobradas com resultados e acham que o tempo conversando é perdido. Mas, as pequenas empresas têm oportunidades melhores de rever e otimizar os processos”, explica. Aproveitar, portanto, que a empresa é menor é importante para melhorar o clima. “O pequeno empresário tem que começar a trabalhar bem com gente, porque tem linha de comunicação muito mais direta”, diz.

  1. Comunique-se

Não basta aproveitar a proximidade com a equipe, é preciso estabelecer uma comunicação clara e objetiva. Para Adriana, a comunicação é essencial para construir um bom relacionamento. “Alguns empresários sofrem do mal da arrogância e por serem donos acham que não precisam aprender nada. Eles colocam os colaboradores em processos e se excluem. Quando o negócio começa a falhar, percebe que precisa se desenvolver como gestor de pessoas e não só de processos”, explica a professora. Seja com um mural ou com uma newsletter, é interessante manter um canal com os funcionários para alinhar objetivos e expectativas.

4. Negocie para resolver conflitos

Quando o clima já está em uma situação crítica, os conflitos começam a surgir. Neste momento, os empreendedores devem usar a negociação para resolver sem afetar negativamente a equipe. “Ninguém está livre de errar. A questão é o que você faz a partir do seu equívoco. Tenha humildade para reconhecer o seu erro e não empurre-o para todos”, explica.

(Fonte: Exame.com)

O que é um Jardim Vertical?

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Também conhecido como parede verde, o jardim vertical é uma intervenção paisagística em paredes externas e/ou internas dos edifícios, que são cobertas por vegetação através de técnicas especializadas.

As plantas preservadas são resultados da transformação de folhagens naturais que, tratadas quimicamente, substituem as plantas vivas em ambientes internos de maneira permanente. Esta preservação das plantas proporciona uma aparência natural por muitos anos, sem necessidade de água, ar e luz.

Ideais para decorar ambientes internos de residências e espaços comerciais, as plantas preservadas permitem inúmeras aplicações. Várias espécies podem ser preservadas, realizando-se desde pequenos arranjos ate árvores de 13 metros de altura. Estas características, aliadas a um trabalho artesanal e especializado, garantem tranquilidade e satisfação aos clientes.
Processo de Montagem:
As plantas são montadas de maneira artesanal e pessoal, ou seja, de acordo com as necessidades de cada espaço onde serão colocadas. Desta forma, atingira um alto grau de similaridade com as plantas vivas, deixando os ambientes muito agradáveis e sem os inconvenientes causados por fungos, falta de insolação e regas inadequadas que tanto prejudicam as plantas naturais em ambientes fechados.

Manutenção:

As plantas preservadas têm alta durabilidade, porém necessitam de manutenções periódicas para limpeza das folhas e conservação de seu aspecto saudável. Recomendamos a atenção quanto a estas manutenções, executadas por funcionários treinados, para que possam usufruir das plantas por muitos anos.

A Svetlana Plantas Preservadas possui vários projetos para seu ambiente, entre em contato e melhore a qualidade de vida de qualquer ambiente www.svetlana.com.br

Aromatização: Aroma de bons negócios e sensação de bem estar.

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As técnicas de marketing sensorial vão se tornar mais complexas. Não é para menos. O estilo de vida contemporâneo é gerador de uma aceleração emocional que facilmente transfere o interesse do consumidor de um polo a outro. Como os elementos que desconectam o consumidor podem ser tão inúmeros quanto variáveis, a busca pela conexão através de aromatizantes pode acontecer tanto em ambientes como em produtos.
O marketing olfativo é uma poderosa ferramenta para a indústria e para o varejo, seja de produtos ou de serviços. Para esses setores, um estudo da Universidade Rockefeller, de Nova York, fortaleceu a relevância do olfato na experiência sensorial quando revelou que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, contra 5% do que vê, 2% do que ouve e 1% daquilo que toca.
A técnica não é absolutamente nova. Na década de 70, os americanos começaram a fazer do aroma um aliado, usando-o para manter os apostadores mais tempo diante das mesas de jogos nos cassinos de Las Vegas. No Brasil, a aplicação desse conceito só foi iniciada em meados dos anos 90, para ser mais amplamente difundida a partir do ano 2000.
Já faz algum tempo que, no mundo inteiro, a indústria automobilística aposta forte no marketing olfativo. Mas em outros setores, como o hoteleiro e o imobiliário – especialmente no Brasil – esse mercado é considerado pouco explorado.
O varejo, que já vem experimentando a utilização da técnica de forma mais expressiva, também é conclamado a aderi-la de forma mais contundente. No mais recente encontro do setor, a NRF 2014 em Nova York – que teve participação recorde de varejistas brasileiros – os especialistas alertaram que as lojas não devem ser desenhadas para as pessoas comprarem mais, mas sim para se sentirem bem.
É justamente no quesito de bem-estar que o marketing olfativo contribui. Estudos em vários países vêm apontando, frequentemente, a existência de indícios positivos da influência do estímulo olfativo no comportamento de consumidores. Entre elas estão um estudo realizado na Alemanha e outro nos Estados Unidos.
A pesquisa comportamental realizada na Alemanha sinalizou que o uso de fragrâncias personalizadas aumenta em 15,9% o tempo de permanência do cliente no ponto de venda, em 14,8% a probabilidade de compra e em 6% as vendas reais.
De acordo com Muriel Kampf, pioneiro em aromatização de ambiente e qualidade do ar, um ambiente aromatizado impulsiona mais de 30% das vendas, fizemos um teste para comprovar a eficácia do marketing olfativo. No natal, ao colocarmos um aroma de panetone em um determinado supermercado, trabalhamos com o subconsciente do cliente, mesmo que ele não tenha pensado em comprar o panetone, pelo aroma do produto conseguimos estimular a compra e ainda fizemos o cliente recordar alguma lembrança boa dessa época.

Dicas de aromatização para salas de espera de clínicas e consultórios.

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A sala de espera é, por natureza, um ambiente desconfortável para os pacientes. O fato de ser um ambiente que antecede uma consulta, situação que pode revelar algo desconhecido até então ou fatos indesejados, pode causar tensão, ansiedade, mal estar, angústia. Além disso, a correria em que os pacientes vivem em seu dia a dia, podem desencadear um sentimento desconfortável de pressa, deixando os pacientes estressados.
Entretanto, é possível amenizar o clima e tranquilizar o paciente enquanto aguarda, criando uma atmosfera calma agradável. Preparamos desta vez algumas dicas de aromatização que podem ajudar a relaxar seus pacientes.
Técnicas para deixar o ambiente relaxante.
A tecnologia vem ajudando a medicina para proporcionar mais bem-estar para os seus pacientes, e por isso o marketing olfativo foi criado, assim como as técnicas de aromaterapia que podem ser usadas no caso.
O marketing olfativo é a técnica que consegue criar vínculo emocional entre o cliente e a empresa por meio dos cheiros e sensações. Esse tipo de marketing é aplicado em produtos perfumados e já é bastante usada no Brasil, principalmente em pontos de venda, local em que o contato com o cliente é direto. Mas o conceito se aplica perfeitamente ao ambiente da sala de espera, já que o marketing olfativo consegue até melhorar a ideia e percepção do cliente sobre a empresa e seus valores. A técnica de criar sensações, memórias e emoções pelo cheiro acaba fazendo com que o cliente tenha uma boa lembrança daquele dia e amenize todos esses sentimentos de ansiedade e medo.
E os conceitos do marketing olfativo podem ser postos em prática com ajuda da aromaterapia. A aromaterapia é o conceito que se baseia no aroma das plantas para criar sensações nos indivíduos do local. Esse tipo de tratamento é bem antigo e ajuda a amenizar o estresse, podendo ser utilizado até mesmo em casa. Para isso, basta utilizar óleos essenciais extraídos de flores e plantas e promover o equilíbrio total (de corpo, mente e espírito) de todos os presentes no ambiente. Por ser um local de interação, os aromas mais recomendados para uma sala de espera são os cítricos, que dão a sensação de aconchego, ou de manjericão e hortelã-pimenta.
Já usa essas técnicas no seu consultório?

http://blog.iclinic.com.br/dicas-de-aromatizacao-para-salas-de-espera-de-clinicas-e-consultorios/

Aromas da Primavera!

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Daqui a alguns dias terá início a estação das flores. Na primavera os jardins ficam ainda mais bonitos e a gente não resiste à beleza e ao cheiro suave das flores que enfeitam as casas e as ruas da cidade. E você sabia que é possível carregar esses aromas no dia a dia potencializar alguns sentimentos que deixam nossa vida mais alegre?

Isso se dá, por meio da aromaterapia. A aromaterapeuta e aromatóloga Sâmia Malufexplica que esta é a ciência que prega o uso de aromas nos mais diversos tratamentos que têm por objetivo o alcance do bem-estar físico e mental. Esses aromas são obtidos a partir dos óleos essenciais, substâncias naturais presentes nas plantas.

A aromaterapia tem muita relação com a nossa memória olfativa, ou seja, aos cheiros que nos remetem a momentos bons e inesquecíveis: o cheirinho daquele bolo fofinho feito pela nossa mãe, o perfume de uma pessoa amada ou o cheirinho de bolinhos que sua avó quando recebia visitas.

Vale lembrar que essa ciência faz uso de óleos essenciais puros. Se eles não forem puros, podem até causar maléficos à saúde. “Os óleos essenciais extraídos das plantas sempre devem ser guardados em frascos de vidros escuros (nunca em plástico), em lugar fresco, seco e não ficar expostos à luminosidade. E nunca deixe um óleo essencial aberto, pois ele é volátil e a mistura oxida em contato com o ar”, orienta Sâmia.

Como usar os óleos essenciais

Há várias formas de se fazer bom uso dos óleos. Você pode pingar uma gota de óleo essencial de hortelã-pimenta no box e inalar para obter energia, por exemplo. Ou ainda pingar uma gota de óleo essencial de lavanda num pedaço de algodão e colocar dentro da fronha do travesseiro na hora de dormir para relaxar. É possível ainda fazer massagem ou drenagem, usar água perfumada ou manter um lenço com esse óleo sempre à mão, para inalar quando preciso.

“Para aromatizar use as gotinhas dos óleos essenciais sempre de cinco em cinco. Por exemplo: eu posso misturar 25 gotas de óleo essencial de Lavanda com 15 de óleo essencial de Laranja (múltiplos de 5) e 10 de Hortelã. E não coloque água junto com os óleos, eles são puros e devem permanecer assim para o ambiente. Podem ser diluídos no escalda-pés (pé dilúvio) ou escalda-mãos (manilúvio), em banhos e massagens”, explica Sâmia.

A aromatóloga separou oito fragrâncias que remetem à primavera e a sentimentos de bem-estar. Confira e veja como usá-los no dia a dia:

Jasmim (sentimento: romance)

Conhecido como o “rei das flores”, por seu aroma sensual e profundo, é ideal para ser utilizado em noites românticas, principalmente na preparação de um ambiente aconchegante e sensual. Para aromatização ambiental ou uma deliciosa massagem a dois misture 2 colheres de sopa de Óleo Vegetal de Germe de Trigo, 4 gotas de Óleo Essencial de Jasmim, e 3 gotas de Óleo de Limão Tahiti.

Néroli (sentimento: sedução)

Já foi considerada a flor das “moças casadouras”. É excelente para a pele facial e em tratamentos para pele sensível. A melhor indicação para o óleo essencial é seu uso puro como um sérum: aplique 4 gotas diluídas em uma colher de sopa de óleo vegetal de gérmen de trigo – uma na testa, uma em cada lado do rosto e uma no queixo – e massageie com movimentos circulares leves, para nutrir a pele do rosto. No banho, produz uma sensação extremamente relaxante, bastando aplicar 10 gotas na água da banheira.

Ylang Ylang (sentimento: sensualidade)

Considerada a “flor das flores”, contém aroma sensual e, por isso, é muito usada nas festas de noivado e para enfeitar a cama dos cônjuges. Para uma massagem relaxante a dois, em suaves movimentos circulares, seu óleo transmite uma gostosa sensação após o banho, com o corpo ainda levemente molhado. Em 2 colheres de Óleo Vegetal de Germe de Trigo (excelente para mulheres, por conter muita vitamina E), acrescente 6 gotas de Óleo Essencial de Ylang Ylang.

Gerânio (sentimento: feminilidade)

A flor fornece um óleo essencial indicado especialmente para a mulher. Por ser um fitormônio (hormônio vegetal), auxilia sintomas de TPM, perimenopausa e menopausa, atuando na aceitação da feminilidade. É perfeito para massagens pós-banho e das mãos, por suas características hidratantes. Para um delicioso banho de banheira, misture 2 colheres de Óleo Vegetal de Germe de Trigo a 8 gotas de Óleo Essencial de Gerânio.

Rosa (sentimento: paixão)

Essa flor tão decantada pelos poetas e pela paixão foi bastante utilizada em vários perfumes e loções em determinadas épocas. Não à toa é denominada “Rainha das Flores”, por sua referência direta à feminilidade, à maternidade e até à aceitação da passagem da menopausa com naturalidade. Algumas gotas no banho de banheira potencializam a ação do Óleo Essencial de Rosa como fitormônio e fazem dele um excelente tratamento para pele envelhecida, que carece de nutrição pela escassez do estrogênio, que diminui a quantidade de água na pele facial e corporal.

Cistus labdanum (sentimento: determinação)

Trata-se de uma linda flor branca de aspecto rude e aroma forte. Seu óleo é excelente para tratamentos faciais de peles maduras e que precisem de tonificação. Proporciona um perfume pessoal para mulheres que sabem quem são e o que querem. É ideal para aromatizar ambientes, bastando misturar em um plug: 5 gotas de Óleo Essencial de Cistus Labdanum e 5 gotas de Óleo Essencial de Petit Grain.

Camomila romana (sentimento: calma)

A flor tem aroma de natureza e seu óleo não costuma ser usado na perfumaria. Sâmia indica seu uso para banhos e massagens ou na aromatização de ambientes após um dia exaustivo. Coloque em um plug: 5 gotas de Óleo Essencial de Camomila Romana, 5 gotas de Óleo Essencial de Lavanda e 5 gotas de Óleo Essencial de Petit Grain.

Lavanda (sentimento: relaxamento)

Seu óleo essencial é indispensável em casa, na bolsa ou no trabalho. Tem múltiplas funções, entre elas o combate à insônia e ações calmante, antidepressiva, respiratória, rejuvenescedora e hidratante. Por ser suave, pode ser aplicado sem diluição sobre queimaduras, cicatrizes e picadas de insetos. Possui efeito balanceador, baixando a pressão arterial e aliviando problemas menstruais, náuseas, cólicas e vômitos, principalmente se usado puro na aromatização.

Fonte: http://www.vilamulher.com.br/bem-estar/comportamento/aromas-da-primavera-11-1-69-943.html

 

 

– Marketing Olfativo

Você já reparou que alguns cheiros que sentimos têm o poder de nos transportar em uma viagem pela memória? O de café quentinho com bolo traz acolhimento. O de rosas transmite sofisticação. O de carro novo é inconfundível.
E você já deve ter notado que algumas lojas têm um perfume tão marcante em seu ambiente que, quando estamos num shopping, rapidamente reconhecemos que ali existe um estabelecimento daquela grife. E você provavelmente já esteve em lugares que, embora perfumados, não são agradáveis de se ficar.
Marketing olfativo pode atuar de forma surpreendente em espaços variados, com objetivos diversos, como:
– em áreas comerciais, para comunicar a identidade de uma marca;
– em locais de atendimento, para interferir no aumento e na diminuição do tempo de permanência dos clientes;
– em consultórios médicos, para proporcionar tranquilidade aos pacientes;
– em espaços com potencial estressante, como call centers, para conferir maior tranquilidade a quem ali trabalha;
– em áreas e atividades que exigem mais concentração, como salas de estudo e departamentos contábeis;
– dentro de casa, para potencializar a vocação de cada cômodo: alegria na sala, repouso no quarto, higiene em toaletes, limpeza em áreas de serviços.

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Aromas Brasileiros: Os aromas típicos da terra onde tudo que planta, dá!

brasO Brasil, considerado por muitos como o pulmão do mundo, por conta de nossa vasta área verde é, sem dúvidas, um grande produtor de matérias primas da indústria de perfumes e cosméticos.

O que talvez você não saiba é que nossa terra esconde aromas das mais diferente espécies, com nomes estranhos e propriedades singulares.

Nesta edição relacionamos algumas destas fragrâncias para que você as conheça:

Murumuru: É um coco avermelhado, com um caroço envolvido em uma polpa amarela comestível e adocicada. É originária da região amazônica e cresce espontaneamente nas matas do Pará. É encontrado ao longo dos ros e em áreas inundadas, em formações florestais densas ou semiabertas. O óleo essencial estraído da semente do murumuru pode ser utilizado em diversos produtos cosméticos, como cremes hidratantes e condicionadores capilares. Sua função aromaterapeutica é a de calmaria e de baixar resistências.

Andiroba: É uma uma grande árvore típica da amazônia brasileira, principalmente na área do baixo Solimões. A árvore de andiroba tem inúmeras proporiedades terapêuticas. Se multiplica na região das águas e ajuda a formar a copa da floresta alagável do Amazonas. Suas flores produzem uma agradável fragrância, perfumando as alturas e atraindo os pássaros. As casas, folhas e o óleo da semente são usados pela medicina popular. Com propriedades emolientes é muito utilizado na fabricação de hidratantes corporais. Sua fragrância é inspirada na força e no vigor. Sua função aromaterapeutica é a de convidar e fidelizar pessoas.

Capim Limão: Matinho cheiroso encontrado em cada cantinho do Brasil. É também conhecido como capim-santo e chá de estrada, tem propriedades calmantes, que reduzem a ansiedade e o estresse.  É difícil pensar que alguém não conheça o capim limão, mas talvez poucos conheçam os segredos de sua história.

Difundido no período colonial, ele era plantado à beira das estradas recém abertas, para evitar a erosão da terra.

O capim limão perfuma as casas brasileiras, seja através de abafados caseiros, preparados para aromatizar ambientes e amenizar problemas respiratórias, ou através de banho aromáticos e sachês. Há também quem o utiulize em rituais de purificação e para afastar “mau-olhada”, com a queima de suas folhas.

Piprioca: É o principal ingrediente de um bom banho de cheiro. Seu óleo essencial é extraído da raiz, gerando uma pequena quantidade do líquido raro e de aroma único. Nativa da Amazônia, a priprioca é uma espécie de capim, com florzinhas bem miúdas nas pontas. A priprioca está entre as principais ervas aromáticas vendidas no estado do Pará, região norte do Brasil, para uso em banhos perfumados e fabricação de fragrâncias domésticas. O nome vem do tupi “piripiri”, junco pequeno, e “oca”, casa. Seu perfume é marcante e inusitado, um aroma tão único e fascinante que reúne, ao mesmo tempo, a riqueza da nossa mata e a força da tradição dos povos da floresta. Os produtos, que têm formulações enriquecidas com óleo essencial de priprioca, trazem esta fragrância repleta de encanto e sofisticação, com texturas inusitadas e únicas como seu perfume. Esta fragrância celebra de forma única e inovadora o caminho olfativo floral verde. Com frescor e leveza, sua nota floral verde opulenta é transformada em um floral fresco graças à delicadeza do muguet e ao toque aveludado do pêssego.

 

Lavanda: Uma viagem de aroma e magia

A lavanda é uma planta florífera, original da região do Mediterrâneo, da África Tropical e da Índia. É uma fragrância que foi bastante difundida no Brasil na década de 90 do século passado depois de ser empregada em diversos produtos para uso doméstico.LAVANDA

Se você pensou que por ter sido difundida nos anos 90 é uma fragrância jovem está muito enganado! É de tradicionalidade imensurável. Ao longo da história. Várias são as citações que temos desta planta em diversos livros, filmes, peças de teatro, músicas, etc.

Na Roma antiga, por exemplo, a lavanda era utilizada para lavar roupas, tomar banho, aromatizar ambientes e ainda como erva medicinal para insônia e dores no corpo.

O óleo essencial de lavanda é obtido através da destilação das flores, caules e flolhas da espécie Lavandula. Entre várias substâncias, o óleo apresenta na sua composição o linatol e o acetato de linalila, que conferem a sua fragrância e, ainda, resina, saponina, taninos e cumarinas.

No paisagismo a lavanda é excelente para compor maciços, bordaduras ou pequenas cercas-vivas, mas podem prestar-se como arbustinhos isolados ou em grupos irregulares, perfeitos em jardins de estilo inglês. Não devem faltar também em canteiros de ervas e desenvolvem-se muito bem em vasos e jardineiras.

Rústica, a lavanda não é exigente quanto à fertilidade do solo, mas deve ser muito bem drenada e receber isolação direta. Pode-se realizar podas leves de formação e adubações ricas em fósforo para estimular a floração. Aprecia o frio mediterrâneo ou subtropical. Tolera a seca, o frio e as geadas, sendo que algumas espécies e variedades toleram o calor tropical.

As flores da lavanda produzem um néctar abundante que rende um mel de alta qualidade produzida pelas abelhas. O mel da variedade lavanda foi produzido inicialmente nos países que cercam o Mediterrâneo, e introduzido no mercado mundial como produto de qualidade superior.

Utilizar a lavanda na composição de uma fragrância para desenvolver a estratégia de marketing olfativo é tiro certo. É uma fragrância de grande aceitabilidade pelo público em geral, tanto homens quanto mulheres e de diferentes idades. Por ser utilizado em diversos produtos para casa nos dá a sensação de ambiente sensível, afável e calmo. É uma fragrância relaxante e de grande impacto.

Ao escolher a lavanda para o desenvolvimento de sua fragrância prefira uma matéria-prima de muita qualidade, para que não caia na vulgaridade.

Em perfumaria, é uma fragrância muito utilizada por pessoas mais tímidas e instrospectivas, que fazem questão de não chamar atenção, como secretárias, executivas e profissionais da área da saúde.

 

Neutralizar odores: É possível retirar um cheiro ruim do ambiente?

Antes de entender a eficácia de produtos de neutralização de odores é preciso entender o processo de formação de um cheiro no ambiente. O cheiro é propagado através de moléculas que ficam suspensas no ambiente e que vão se movendo de acordo com a força do ar (vento). Algumas destas moléculas possuem uma explosão maior e outras de menor sensibilidade. Cheiro de peixe fresco, fumaça de cigarro, plástico queimado ou gordura de alguns alimentos, por exemplo, exalam com imensa força e propiciam muitas vezes uma sensação bastante desagradável.
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Temos que lembrar também que, diferente de uma música em que para eliminar do ambiente bastaria apertar o botão OFF do seu rádio, o cheiro ruim passa por um processo de eliminação, até que seja totalmente eliminado.

E uma terceira informação que é importante ser ressaltada é sobre a acomodação olfativa. Muitas vezes o ambiente que propiciamos aos nossos clientes e colaboradores tem um cheiro bastante desagradável mas, por estar há certo tempo neste espaço, nós já nem sentimos mais aquele cheiro ruim e acabamos esquecendo que os novos visitantes podem apresentar total repulsa aquele odor.

Entendidas estas três premissas conseguimos sim esclarecer que existem produtos no mercado capazes de eliminar odores. O grande problema é, na verdade, que a maior parte dos produtos que encontramos com este tipo de anúncio são na verdade desodorizadores de ambientes. A diferença é que enquanto o neutralizador de odores quebra estas moléculas mal cheirosas o desodorizador simplesmente coloca uma fragrância de perfume, muitas vezes à base de solventes para que tenha uma explosão maior, e na verdade não realiza sua principal função, que seria a de eliminar o cheiro ruim. Logo, nesta segunda opção a medida que a fragrância vai sendo eliminada o ‘fedor’ volta, dando ainda mais trabalho.

Você já passou pela situação de passar um perfume depois de um dia inteiro trabalhando. Quem já passou por isso sabe que a situação fica ainda pior e logo vem a mente: “Seria melhor ter ficado sem o perfume mesmo!” Isso acontece porque nesta hora estamos misturando os dois cheiros: o cheiro que já havia se formado no corpo junto com o cheiro artificial do perfume e acabamos criando um terceiro odor.

Por isso, na hora de procurar um produto para neutralização de odores em seu ambiente é importante ler o rótulo e as especificações, para que não compre gato por lebre.